Energia solar já sustenta cadeia consolidada de empregos no Brasil e reforça eficiência do setor elétrico
Modelo de geração distribuída contribui para renda recorrente, produtividade e descentralização econômica
A Órigo Energia, referência nacional em geração distribuída compartilhada, integra hoje uma cadeia da energia solar que já opera de forma consolidada no Brasil, combinando eficiência operacional, previsibilidade e geração de empregos em um setor que ultrapassou 55 GW de capacidade instalada e sustenta mais de 1,6 milhão de postos de trabalho ao longo de toda a sua cadeia produtiva, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).
A energia solar deixou de ser tratada como uma frente de crescimento emergente e passou a ocupar uma posição estrutural na matriz elétrica nacional. Projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que indicam que a fonte pode representar até 33% da matriz energética brasileira até 2030, refletem a consolidação de modelos que já operam em escala, apoiados em ganhos de eficiência tecnológica, redução de custos operacionais e maior estabilidade regulatória.
O impacto dessa estrutura sobre o mercado de trabalho já está estabelecido. De acordo com a ABSOLAR, o setor criou mais de 1 milhão de empregos diretos desde 2012, considerando todas as etapas da cadeia, da construção e operação de usinas às áreas administrativas, comerciais e de suporte. Estimativas setoriais compiladas pela entidade indicam que o total de postos de trabalho associados à energia solar pode chegar a 3,6 milhões até 2030, como desdobramento da manutenção e da operação contínua dessa base já instalada.
Para Aurélio Bustilho, CEO da Órigo Energia, o momento do setor é marcado pela busca por eficiência, e não por expansão acelerada. “A energia solar já está integrada ao funcionamento do sistema elétrico brasileiro. O foco agora é garantir eficiência operacional, previsibilidade e produtividade, de forma que essa cadeia continue sustentando empregos e renda de maneira consistente”, afirma.
Dentro desse cenário, a geração distribuída desempenha um papel central ao permitir o consumo de energia produzida remotamente, sem a necessidade de instalação de painéis solares nos imóveis. Ao reduzir barreiras técnicas e financeiras, o modelo amplia o acesso à energia renovável e sustenta funções diversas ao longo da cadeia, incluindo operações, atendimento, gestão de contratos e parcerias comerciais.
Modelos baseados em parcerias e indicações também fazem parte dessa estrutura consolidada, permitindo a participação econômica no setor com baixo custo de entrada e foco em recorrência. A Órigo atua nesse segmento ao conectar consumidores à energia solar compartilhada, com suporte operacional e contratos estáveis dentro de um sistema já em funcionamento.
Atualmente, a empresa atende mais de 84 mil unidades consumidoras com contratos assinados em diferentes regiões do país e, segundo dados institucionais da própria Órigo, já gerou R$ 321 milhões em economia para seus clientes desde o início de suas operações. A companhia opera cerca de 529 MWac de capacidade instalada em fazendas solares, responsáveis por uma produção anual de 789 GWh de energia renovável, monitoradas continuamente por seu centro de operações.
Na avaliação de Bustilho, a maturidade do modelo reforça o papel econômico da energia solar no país. “Quando a cadeia já está estruturada, a geração de empregos deixa de ser uma promessa futura e passa a ser uma consequência direta do funcionamento do sistema. Esse é o estágio em que o setor se encontra hoje”, conclui.
Sobre a Órigo Energia
A Órigo Energia, uma empresa líder em geração distribuída, é uma das pioneiras no setor no Brasil, operando desde 2010. A Órigo tem como objetivo tornar o consumo de energia renovável massivo no Brasil, com a missão de liderar a transformação no mercado de energia renovável no país. Nesse meio, a empresa participa ativamente das principais discussões setoriais e incentiva medidas que possam tornar a energia renovável uma alternativa simples e acessível para todos os brasileiros.
Em 2022 aderiu o Pacto Global da ONU, alinhando sua atuação aos ODS. Em 2023, recebeu o reconhecimento de Experiência do Cliente, o Prêmio NPS, como a empresa mais bem avaliada no setor de geração distribuída de energia no Brasil, prêmio que se repetiu também neste ano de 2024, consolidando sua posição de destaque no mercado de energia renovável e o compromisso com a satisfação de seus clientes. Entre os acionistas de destaque da Órigo, estão: I Squared Capital, Augment Infrastructure, TPG ART- Circularis Partners, BlaO – Blue like an Orange Sustainable Capital, MOV Investimentos e Mitsui.

Deixe um comentário