Head de investimentos internacionais da XP é referência em carteiras globais para brasileiros
Felipe Coelho lidera desde 2022 a vertical de investimentos internacionais da Inove Investimentos além de consolidar modelo de governança, diversificação e alocação offshore
Com 13 anos de atuação no mercado financeiro, Felipe Coelho é o responsável por estruturar e liderar a frente de investimentos internacionais da Inove Investimentos, empresa da rede XP. Desde 2022, o executivo transformou o conceito de diversificação global da rede em processos práticos para assessores e investidores brasileiros, contribuindo para a internacionalização de cerca de US$ 100 milhões e para a consolidação de um escritório com R$ 7,5 bilhões sob gestão.
Reconhecido internamente pela XP, o executivo se tornou uma das principais referências do grupo quando o tema é alocação internacional. À frente da vertical, implementou políticas claras de investimento no exterior, governança de risco cambial e rotinas sistemáticas de rebalanceamento, elevando a consistência dos resultados e reduzindo falhas operacionais. “Investir fora do Brasil não é simplesmente comprar ativos no exterior. Exige método, disciplina e uma estrutura que dê previsibilidade às decisões”, afirma Felipe Coelho.
Segundo o profissional, a criação de processos replicáveis foi essencial para escalar a estratégia dentro do escritório e garantir que assessores em diferentes regiões seguissem os mesmos padrões. A experiência de Coelho passa por renda variável, câmbio e ativos dolarizados, com forte atuação junto a investidores de alta renda e institucionais.
Ao longo da carreira, também desenvolveu conhecimento aprofundado sobre a dinâmica de setores como Construção Civil e Educação, o que contribuiu para sua leitura estratégica de cenários macroeconômicos e de mercado. Além da atuação prática, Coelho também se dedica à produção de conteúdo educativo, com foco em conceitos e processos e não em recomendações de produtos. “Nosso papel é ajudar o investidor a entender como pensar globalmente, como gerenciar riscos e como tomar decisões mais consistentes ao longo do tempo”, destaca.
Para Felipe, a principal mudança quando o investidor brasileiro cruza a fronteira está na disciplina da gestão. “Uma carteira offshore bem estruturada começa com um IPS enxuto, definição clara de bandas de rebalanceamento, atenção ao custo total e um processo rigoroso de due diligence”, explica. “Sem isso, o investidor corre o risco de transformar diversificação em complexidade desnecessária.”
Com uma abordagem voltada à segurança, diversificação e rentabilidade sustentável, o head de investimentos internacionais da Inove Investimentos consolidou um modelo que hoje serve de referência para carteiras globais dentro da rede XP, reforçando a importância da internacionalização como pilar estratégico do planejamento financeiro a longo prazo.

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