{"id":8501,"date":"2023-05-06T18:09:53","date_gmt":"2023-05-06T21:09:53","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/?p=8501"},"modified":"2023-05-06T18:09:53","modified_gmt":"2023-05-06T21:09:53","slug":"corrente-de-comercio-atinge-us-46505-bilhoes-em-abril-de-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/2023\/05\/06\/corrente-de-comercio-atinge-us-46505-bilhoes-em-abril-de-2023\/","title":{"rendered":"Corrente de com\u00e9rcio atinge US$ 46,505 bilh\u00f5es em abril de 2023"},"content":{"rendered":"<div class=\"itemIntroText\">\n<p>De acordo com os dados divulgados pela Secretaria Especial de Com\u00e9rcio Exterior e Assuntos Internacionais do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC), a corrente de com\u00e9rcio brasileira, formada pela soma das exporta\u00e7\u00f5es com as importa\u00e7\u00f5es, atingiu US$ 46,505 bilh\u00f5es em abril de 2023, um crescimento de 5,5%. No m\u00eas, o Brasil exportou US$ 27,365 bilh\u00f5es e importou US$ 19,14 bilh\u00f5es. Com esses n\u00fameros, a balan\u00e7a comercial registrou o superavit de US$ 8,225 bilh\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"itemFullText\">\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com as m\u00e9dias do mesmo m\u00eas do ano passado, houve queda de 0,3% nas exporta\u00e7\u00f5es. Em 2022, elas somaram US$ 1.524,72 bilh\u00f5es, e em 2023, US$ 1.520,28 bilh\u00f5es. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, houve queda de 2,6% na compara\u00e7\u00e3o entre as m\u00e9dias do m\u00eas de abril deste ano (US$ 1.063,35 bilh\u00f5es) com abril de 2022 (US$ 1.091,73 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>De janeiro a abril, as exporta\u00e7\u00f5es totalizaram US$ 103,54 bilh\u00f5es, um crescimento de 1,8% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, com US$ 79,47 bilh\u00f5es, queda de 2,2%. Como consequ\u00eancia desses resultados, a balan\u00e7a comercial apresentou super\u00e1vit de US$ 24,07 bilh\u00f5es, um crescimento de 17,9%, e a corrente de com\u00e9rcio registrou estabilidade, atingindo US$ 183,01 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 a m\u00e9dia di\u00e1ria da corrente de com\u00e9rcio em abril deste ano totalizou US$ 2.583,63 milh\u00f5es e o saldo, tamb\u00e9m por m\u00e9dia di\u00e1ria, foi de US$ 456,93 milh\u00f5es. Comparando-se esse per\u00edodo com a m\u00e9dia de abril de 2022, houve queda de 1,3% na corrente de com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Entre os parceiros econ\u00f4micos, o destaque nas exporta\u00e7\u00f5es foi para a Argentina, com aumento de 38,3%, totalizando US$ 1,66 bilh\u00e3o. Para China, Hong Kong e Macau o aumento foi 5,3%, totalizando US$ 9,36 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es para os Estados Unidos diminu\u00edram 7,6%, totalizando US$ 2,57 bilh\u00f5es e para a Uni\u00e3o Europeia, o decr\u00e9scimo foi de 12,2%, totalizando US$ 3,46 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Comparado com igual m\u00eas do ano anterior, as exporta\u00e7\u00f5es em abril deste ano apresentaram crescimento de 13,7% na agropecu\u00e1ria, totalizando US$ 59,47 milh\u00f5es e queda de 6,6% na ind\u00fastria extrativa, cujo resultado foi negativo em US$ 20,52 milh\u00f5es e produtos da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m foi negativo em US$ 48,66 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o desses resultados levou a uma diminui\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es, puxada principalmente pela diminui\u00e7\u00e3o na venda de \u00f3leos brutos de petr\u00f3leo ou de minerais betuminosos, crus, min\u00e9rio de ferro e seus concentrados; \u00f3leos combust\u00edveis de petr\u00f3leo ou de minerais betuminosos (exceto \u00f3leos brutos); na carne bovina fresca, refrigerada ou congelada; ouro, produtos semiacabados, lingotes e outras formas prim\u00e1rias de ferro ou a\u00e7o.<\/p>\n<p>J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es, apresentaram em abril, queda de US$ 5,91 milh\u00f5es (23,5%) em agropecu\u00e1ria; crescimento de US$ 15,03 milh\u00f5es (20,1%) em ind\u00fastria extrativa e queda de US$ 38,45 milh\u00f5es (3,9%) em produtos da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A diminui\u00e7\u00e3o foi puxada, principalmente, com a queda na importa\u00e7\u00e3o de trigo e centeio, n\u00e3o mo\u00eddos; milho n\u00e3o mo\u00eddo, exceto milho doce; soja; l\u00e1tex, borracha natural, balata, guta-percha, guai\u00fale, chicle e gomas naturais; produtos hort\u00edcolas, frescos ou refrigerados; \u00f3leos combust\u00edveis de petr\u00f3leo ou de minerais betuminosos (exceto \u00f3leos brutos); adubos ou fertilizantes qu\u00edmicos; inseticidas, fungicidas e herbicidas.<\/p>\n<p>Entre os parceiros econ\u00f4micos, as importa\u00e7\u00f5es da Argentina diminu\u00edram 8,8%, totalizando US$ 890 milh\u00f5es. O mesmo ocorreu com os EUA, cujo decr\u00e9scimo foi de 21,4%, totalizando US$ 3,26 bilh\u00f5es. J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es da China, Hong Kong e Macau aumentaram 2,8%, totalizando US$ 3,93 bilh\u00f5es e da Uni\u00e3o Europeia o crescimento foi de 17%, totalizando US$ 3,67 bilh\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com os dados divulgados pela Secretaria Especial de Com\u00e9rcio Exterior e Assuntos Internacionais do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC), a corrente de com\u00e9rcio brasileira, formada pela soma das exporta\u00e7\u00f5es com as importa\u00e7\u00f5es, atingiu US$ 46,505 bilh\u00f5es em abril de 2023, um crescimento de 5,5%. 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