{"id":7565,"date":"2023-03-21T13:58:58","date_gmt":"2023-03-21T16:58:58","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/?p=7565"},"modified":"2023-03-21T13:59:09","modified_gmt":"2023-03-21T16:59:09","slug":"reconhecimento-no-ambiente-de-trabalho-pode-auxiliar-a-retencao-de-talentos-por-alexandre-slivnik-e-reconhecido-oficialmente-pelo-governo-norte-americano-como-um-profissional-com-habilidades-extrao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/2023\/03\/21\/reconhecimento-no-ambiente-de-trabalho-pode-auxiliar-a-retencao-de-talentos-por-alexandre-slivnik-e-reconhecido-oficialmente-pelo-governo-norte-americano-como-um-profissional-com-habilidades-extrao\/","title":{"rendered":"Reconhecimento no ambiente de trabalho pode auxiliar a reten\u00e7\u00e3o de talentos &#8211; Por: Alexandre Slivnik \u00e9 reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordin\u00e1rias na \u00e1rea de palestras e treinamentos (EB1). \u00c9 autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. \u00c9 diretor executivo do IBEX \u2013 Institute for Business Excellence, sediado em Orlando \/ FL (EUA)."},"content":{"rendered":"<div class=\"itemIntroText\">\n<p>Para o escritor e palestrante Alexandre Slivnik, reconhecer os bons resultados traz identifica\u00e7\u00e3o e faz com que colaboradores estejam mais alinhados com as empresas<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"itemFullText\">\n<p>Ap\u00f3s a pandemia, um aumento na taxa de turnover das empresas se tornou mais latente e evidente. Pesquisas apontam que, mais importante que o pr\u00f3prio sal\u00e1rio, o ambiente corporativo e a cultura das organiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o essenciais para que profissionais se identifiquem e sintam-se confort\u00e1veis durante sua jornada de trabalho.<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 importante que as empresas estejam atentas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de um ambiente saud\u00e1vel, motivador e positivo para seus colaboradores, levando em considera\u00e7\u00e3o aspectos como relacionamentos interpessoais, clima organizacional, infraestrutura e gest\u00e3o de pessoas.<\/p>\n<p>De acordo com Alexandre Slivnik, vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), que realiza cursos e palestras h\u00e1 vinte anos, \u00e9 preciso, primeiramente, entender a diferen\u00e7a entre recompensa e reconhecimento. \u201cMuitas vezes, os gestores est\u00e3o dispostos a aumentar o sal\u00e1rio de seus melhores talentos, mas esquecem que, em algum momento, esses recursos n\u00e3o poder\u00e3o mais ser aumentados pelos mais diversos fatores. Nessa situa\u00e7\u00e3o, muitos colaboradores podem se acostumar com essa constante recompensa e, assim, apenas o reconhecimento profissional j\u00e1 n\u00e3o ser\u00e1 o suficiente\u201d, relata.<\/p>\n<p>O palestrante acredita que experi\u00eancias ficam eternamente registradas na mem\u00f3ria, enquanto o aumento salarial oferece uma felicidade moment\u00e2nea. \u201cDurante um curso sobre esse assunto, uma gestora me perguntou como, efetivamente, ela poderia aplicar esse tipo de t\u00e9cnica em seu ambiente de trabalho. Respondi que o primeiro passo, \u00e9 conhecer sua pr\u00f3pria equipe e entender as necessidades de cada um. Assim, ela decidiu que se seus colaboradores batessem as metas de fim de ano, ela daria o objeto de maior necessidade de cada um deles. A melhor vendedora dessa gestora ganhou um arm\u00e1rio, que \u00e9 utilizado at\u00e9 hoje por ela e \u00e9 fundamental em seu dia a dia. O j\u00e1 rotineiro b\u00f4nus salarial seria comemorado inicialmente, mas atender diretamente esse tipo de necessidade pode ser o caminho para reter os principais talentos de uma empresa\u201d, pontua.<\/p>\n<p>Slivnik revela que algumas companhias adotaram esse tipo de metodologia antes mesmo da pandemia. \u201cUm grande call center no Brasil teve a ideia de disponibilizar uma viagem aos Estados Unidos com tudo pago para os 30 melhores funcion\u00e1rios de cada ano. Nessa viagem, eles realizam um curso e podem desfrutar de alguns dias de turismo no pa\u00eds norte-americano. Quando um funcion\u00e1rio ganha essa possibilidade de viagem pela segunda vez, ele recebe uma proposta: viajar novamente ou receber um b\u00f4nus de 15 mil reais. Por mais que seja uma quantia enorme, muitos colaboradores j\u00e1 optaram pela segunda viagem, justamente, pela viv\u00eancia que pode ser adquirida durante esse momento. O dinheiro acaba, mas a experi\u00eancia \u00e9 lembrada para sempre\u201d, declara.<\/p>\n<p>Ainda assim, reconhecer o bom trabalho dos funcion\u00e1rios n\u00e3o deve se limitar a recompensas f\u00edsicas ou monet\u00e1rias. \u201cQuando, simplesmente, elogiamos as atitudes de nossos colaboradores, estamos incentivando a repeti\u00e7\u00e3o desse mesmo comportamento. Afinal, ao reconhecer a efetividade e comprometimento de algu\u00e9m, a tend\u00eancia \u00e9 que essa pessoa siga apresentando bons resultados em busca de um constante reconhecimento\u201d, finaliza Alexandre.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para o escritor e palestrante Alexandre Slivnik, reconhecer os bons resultados traz identifica\u00e7\u00e3o e faz com que colaboradores estejam mais alinhados com as empresas Ap\u00f3s a pandemia, um aumento na taxa de turnover das empresas se tornou mais latente e evidente. 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