{"id":22816,"date":"2026-08-04T21:36:06","date_gmt":"2026-08-05T00:36:06","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/?p=22816"},"modified":"2026-08-04T21:36:06","modified_gmt":"2026-08-05T00:36:06","slug":"estudo-revela-que-64-dos-brasileiros-comem-fora-de-uma-a-tres-vezes-por-semana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/2026\/08\/04\/estudo-revela-que-64-dos-brasileiros-comem-fora-de-uma-a-tres-vezes-por-semana\/","title":{"rendered":"Estudo revela que 64% dos brasileiros comem fora de uma a tr\u00eas vezes por semana"},"content":{"rendered":"<p><i>Levantamento aponta que tecnologia j\u00e1 influencia toda a rela\u00e7\u00e3o com restaurantes, da descoberta \u00e0 fideliza\u00e7\u00e3o, sem substituir o fator humano<\/i><\/p>\n<p>Por muito tempo o setor de foodservice discutiu se a tecnologia seria capaz de transformar a experi\u00eancia dos consumidores. Hoje, olhando para os n\u00fameros do mercado, a pergunta j\u00e1 n\u00e3o faz mais sentido,e a transforma\u00e7\u00e3o j\u00e1 aconteceu.<\/p>\n<div>\n<p>Mas ela n\u00e3o aconteceu da forma como muitos imaginavam, o consumidor n\u00e3o trocou a experi\u00eancia humana pela tecnologia. Ele passou a exigir as duas coisas ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 uma das principais conclus\u00f5es de um estudo nacional intitulado &#8220;O que os brasileiros esperam da tecnologia em sua jornada alimentar&#8221; realizado pela Tanjerin, ag\u00eancia de estrat\u00e9gia e inova\u00e7\u00e3o especializada no setor de foodservice. O levantamento ouviu 1.312 brasileiros, com representa\u00e7\u00e3o de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, e foi apresentado pela primeira vez no Brasil durante a ACOMXperience, evento promovido pela ACOM Sistemas, desenvolvedora de tecnologia para gest\u00e3o de bares e restaurantes.<\/p>\n<p>O setor movimentou R$ 223,5 bilh\u00f5es em 2025, consolidando um setor extremamente importante para o desenvolvimento do setor de servi\u00e7os do pa\u00eds.\u00a0Ao longo da \u00faltima d\u00e9cada, o setor atravessou mudan\u00e7as profundas no comportamento do consumidor, passou pela pandemia e retomou sua trajet\u00f3ria de crescimento. Segundo a pesquisa, atualmente, 64% dos brasileiros consomem refei\u00e7\u00f5es ou realizam pedidos entre uma e tr\u00eas vezes por semana de alimentos preparados fora de casa.<\/p>\n<p>&#8220;Por\u00e9m, entender a evolu\u00e7\u00e3o do mercado e a frequ\u00eancia j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 suficiente para donos de estabelecimentos estruturarem seus neg\u00f3cios. O foodservice se tornou um mercado multigeracional. Enquanto consumidores mais jovens priorizam conveni\u00eancia, aplicativos, delivery e rapidez, p\u00fablicos mais maduros valorizam experi\u00eancia, conforto, qualidade e intera\u00e7\u00e3o social&#8221;, explica Cristina Souza, CEO da Tanjerin e autora da pesquisa.<\/p>\n<p>Essa diferen\u00e7a aparece claramente quando se observam os segmentos analisados. O primeiro deles \u00e9 o de Fast Food, associado principalmente \u00e0 rotina e praticidade, onde cerca de 24% dos consumidores frequentam estabelecimentos entre duas e tr\u00eas vezes por semana. J\u00e1 no Casual Dining, a frequ\u00eancia tende a ser mais espa\u00e7ada, concentrando-se principalmente em visitas quinzenais ou mensais. No Fine Dining, segmento de alta gastronomia, o consumo aparece fortemente associado a celebra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Contudo, em todos os perfis, as motiva\u00e7\u00f5es para sair de casa continuam profundamente humanas. Entre os principais motivos est\u00e3o celebra\u00e7\u00f5es e datas especiais (55%), momentos de descanso ou pausa na rotina (52%), tempo com a fam\u00edlia (48%) e socializa\u00e7\u00e3o (45%).<\/p>\n<p>Quando perguntados sobre o que buscam em um restaurante, os consumidores apontaram comida de qualidade (56%), prazer (54%) e conforto (43%) como os principais fatores de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>A pesquisa mostrou ainda que a tecnologia est\u00e1 presente desde o momento da descoberta dos restaurantes. No Fast Food, 59% dos consumidores utilizam aplicativos de delivery para encontrar estabelecimentos e 51% recorrem ao Instagram.<\/p>\n<p>No Casual Dining, amigos e familiares ainda lideram a influ\u00eancia na escolha, com 57%, mas Instagram (51%), Google (40%) e sites dos restaurantes (39%) aparecem logo em seguida.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, na pr\u00e1tica, a decis\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 nasce, mas continua sendo influenciada pela tecnologia durante toda a jornada. Entre os consumidores de Fast Food, 65% utilizam aplicativos de delivery, 39% acompanham pedidos em tempo real e 35% realizam pagamentos digitais. No Casual Dining, os \u00edndices s\u00e3o igualmente expressivos. 45% utilizam aplicativos de delivery, 41% usam plataformas pr\u00f3prias dos restaurantes, 40% fazem reservas online e 39% utilizam pagamentos digitais.<\/p>\n<p>Ou seja, os consumidores passaram a enxergar a tecnologia como parte integrante da experi\u00eancia. Entre os frequentadores de Fast Food, 94% afirmam que ela \u00e9 importante ou essencial para sua jornada. No Casual Dining, esse percentual chega a 90%.<\/p>\n<p>&#8220;Os dados mostram que o desafio j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 escolher entre atendimento humano e tecnologia. O desafio \u00e9 integrar os dois de forma consistente&#8221;, afirma Eduardo Ferreira, CCO da ACOM Sistemas.<\/p>\n<p>A pesquisa mostra ainda que a tecnologia passou a influenciar inclusive o relacionamento ap\u00f3s o consumo.<\/p>\n<p>Tanto no Fast Food quanto no Casual Dining, 53% dos consumidores apontam ofertas personalizadas como o principal fator capaz de influenciar uma nova visita. Programas de fidelidade, pesquisas r\u00e1pidas e comunica\u00e7\u00f5es individualizadas aparecem logo na sequ\u00eancia. &#8220;O recado \u00e9 claro. Os consumidores querem que marcas entendam seus h\u00e1bitos, prefer\u00eancias e contexto&#8221;, diz Cristina.<\/p>\n<p>&#8220;O futuro do foodservice est\u00e1 ligado \u00e0 velocidade, praticidade e personaliza\u00e7\u00e3o, que a tecnologia traz. Mas tamb\u00e9m querem acolhimento, conforto, conex\u00e3o e experi\u00eancias memor\u00e1veis&#8221;, conclui o CCO da ACOM Sistemas.<\/p>\n<p><strong>MAIS INFORMA\u00c7\u00d5ES<\/strong><\/p>\n<p>Sobre a ACOM Sistemas:\u00a0<a href=\"https:\/\/acomsistemas.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/acomsistemas.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>Sobre a Tanjerin:\u00a0<a href=\"https:\/\/tanjerin.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/tanjerin.com.br\/<br \/>\n<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento aponta que tecnologia j\u00e1 influencia toda a rela\u00e7\u00e3o com restaurantes, da descoberta \u00e0 fideliza\u00e7\u00e3o, sem substituir o fator humano Por muito tempo o setor de foodservice discutiu se a tecnologia seria capaz de transformar a experi\u00eancia dos consumidores. 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