{"id":20100,"date":"2025-10-02T21:41:26","date_gmt":"2025-10-03T00:41:26","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/?p=20100"},"modified":"2025-10-02T21:41:26","modified_gmt":"2025-10-03T00:41:26","slug":"recomeco-apos-os-40-burnout-impulsiona-mulheres-a-repensarem-carreira-e-proposito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/2025\/10\/02\/recomeco-apos-os-40-burnout-impulsiona-mulheres-a-repensarem-carreira-e-proposito\/","title":{"rendered":"Recome\u00e7o ap\u00f3s os 40: burnout impulsiona mulheres a repensarem carreira e prop\u00f3sito"},"content":{"rendered":"<p class=\"fst-italic text-center\">52% das profissionais acima de 40 anos planejam mudar de \u00e1rea nos pr\u00f3ximos anos, segundo Harvard Business Review<\/p>\n<div>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/files.pressmanager.net\/clientes\/313180d2fde7a18e61b6446e8bdd0b55\/imagens\/2025\/08\/19\/7472d4f3ba4d0b1da57237fd7111e6d5_medium.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"168\" \/><\/p>\n<p>Por muito tempo, o mercado de trabalho colocou sobre as mulheres a expectativa de serem multitarefas, conciliando carreira, fam\u00edlia e vida pessoal com perfei\u00e7\u00e3o. Mas, ao chegar aos 40 anos ou mais, muitas delas se deparam com uma realidade diferente: altos n\u00edveis de estresse e burnout, frustra\u00e7\u00f5es com a carreira e uma sensa\u00e7\u00e3o de estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.deloitte.com\/in\/en\/about\/press-room\/men-face-alarmingly-high-levels-of-burnout-despite-shifting-work-arrangements-rise-in-hybrid-working.html\">levantamento<\/a>\u00a0global realizado pela Deloitte<strong>,\u00a0<\/strong>53% das mulheres relatam n\u00edveis de estresse mais altos do que no ano anterior e quase metade se sente esgotada (burnout). Al\u00e9m disso, o burnout \u00e9 o principal fator que leva as mulheres a procurar novos empregadores, sendo a principal raz\u00e3o para 40% das que procuram ativamente um novo emprego. Mais da metade das entrevistadas planeja deixar seus empregos nos pr\u00f3ximos dois anos, e apenas 10% planejam permanecer com o empregador atual por mais de cinco anos.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que essa fase tamb\u00e9m tem sido sin\u00f4nimo de recome\u00e7os. Cada vez mais, mulheres de 40+ t\u00eam se permitido redesenhar suas trajet\u00f3rias seja empreendendo, voltando a estudar, assumindo cargos antes dominados por homens ou mudando de \u00e1rea para algo que fa\u00e7a mais sentido com seus desejos pessoais.<\/p>\n<p>\u201cExiste uma ruptura importante nesse momento da vida: quando se percebe que n\u00e3o \u00e9 mais preciso corresponder \u00e0 expectativa de todos, mas sim \u00e0 sua pr\u00f3pria. O recome\u00e7o sem culpa \u00e9 um movimento leg\u00edtimo e necess\u00e1rio para a sa\u00fade mental e a realiza\u00e7\u00e3o profissional dessas mulheres\u201d, afirma a psicanalista e presidente do Instituto de Pesquisa de Estudos do Feminino (Ipefem), Ana Tomazelli.<\/p>\n<p><strong>O peso do burnout na vida feminina\u00a0<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong><br \/>\nUm\u00a0<a href=\"https:\/\/editoraintegrar.com.br\/publish\/index.php\/rems\/article\/view\/4318\">estudo<\/a>\u00a0recente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Psiquiatria (ABP) mostra que 61% das mulheres brasileiras entre 40 e 55 anos relataram sintomas relacionados ao burnout, como esgotamento extremo, dist\u00farbios do sono e sensa\u00e7\u00e3o de incapacidade produtiva.\u00a0\u00a0A\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/trabalho-e-emprego\/pt-br\/assuntos\/estatisticas-trabalho\/publicacoes\/boletim_mulheres_8m_20250307.pdf\">pesquisa<\/a>\u00a0\u201cMulheres no Mercado de Trabalho\u201d do IBGE aponta que 31% das mulheres entre 40 e 50 anos consideram mudar de carreira nos pr\u00f3ximos dois anos, principalmente em busca de mais autonomia e qualidade de vida.<\/p>\n<p>Esse dado do IBGE evidencia uma mudan\u00e7a significativa na rela\u00e7\u00e3o das mulheres com o trabalho. Ao contr\u00e1rio de d\u00e9cadas anteriores, quando estabilidade e perman\u00eancia eram vistas como conquistas m\u00e1ximas, hoje h\u00e1 uma valoriza\u00e7\u00e3o crescente da autonomia, do bem-estar e do alinhamento entre carreira e prop\u00f3sito. Para muitas mulheres acima dos 40 anos, a decis\u00e3o de trocar de \u00e1rea n\u00e3o representa fracasso, mas sim um ato de coragem e autoconhecimento, um movimento para escapar de estruturas que j\u00e1 n\u00e3o atendem \u00e0s suas necessidades pessoais e profissionais.<\/p>\n<p>Para Tomazelli<strong>,\u00a0<\/strong>esse fen\u00f4meno est\u00e1 relacionado a transforma\u00e7\u00f5es culturais e econ\u00f4micas. \u201cA amplia\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o continuada, a ascens\u00e3o do empreendedorismo feminino e a populariza\u00e7\u00e3o de modelos de trabalho mais flex\u00edveis, como o home office e as jornadas h\u00edbridas, t\u00eam aberto espa\u00e7o para essas mudan\u00e7as. Al\u00e9m disso, h\u00e1 um fator emocional importante: o reconhecimento de que cuidar da sa\u00fade mental e da qualidade de vida n\u00e3o \u00e9 luxo, mas prioridade\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p><strong>Recome\u00e7ar sem culpa<\/strong><\/p>\n<p>Contrariando a narrativa de que &#8220;aos 40 \u00e9 tarde para mudan\u00e7as&#8221;, essas mulheres est\u00e3o protagonizando hist\u00f3rias de transforma\u00e7\u00e3o. Deixam cargos executivos para abrir neg\u00f3cios pr\u00f3prios, trocam corpora\u00e7\u00f5es por trabalho freelancer, ou simplesmente pausam para redescobrir suas verdadeiras voca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;Existe um despertar coletivo. Mulheres maduras est\u00e3o percebendo que t\u00eam direito \u00e0 felicidade profissional e que nunca \u00e9 tarde para perseguir o que realmente importa&#8221;, destaca Ana.<\/p>\n<p>Este movimento ganha for\u00e7a especialmente no p\u00f3s-pandemia, per\u00edodo que levou muitas profissionais a questionarem seus valores e prioridades. A flexibilidade do trabalho remoto tamb\u00e9m abriu novas possibilidades para quem busca equil\u00edbrio entre vida pessoal e profissional.<\/p>\n<p><strong>Os desafios da reinven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do avan\u00e7o cultural e da coragem de recome\u00e7ar, a jornada de transforma\u00e7\u00e3o das mulheres acima dos 40 anos ainda enfrenta obst\u00e1culos significativos. Um dos mais evidentes \u00e9 o preconceito et\u00e1rio.<\/p>\n<p>De acordo com a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.mckinsey.com\/featured-insights\/diversity-and-inclusion\/diversity-matters-even-more-the-case-for-holistic-impact#\/\">pesquisa<\/a><em>\u00a0Diversity Matters Brazil 2024<\/em>\u00a0da consultoria McKinsey &amp; Company, 47% das profissionais acima de 40 anos j\u00e1 relataram sentir discrimina\u00e7\u00e3o et\u00e1ria em processos seletivos ou promo\u00e7\u00f5es, sendo esse um dos principais fatores de evas\u00e3o de mulheres do mercado corporativo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do preconceito, h\u00e1 a press\u00e3o financeira: muitas mulheres dessa faixa et\u00e1ria s\u00e3o chefes de fam\u00edlia ou contribuem de maneira significativa para a renda dom\u00e9stica.\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciagov.ebc.com.br\/noticias\/202410\/censo-2022-em-12-anos-proporcao-de-mulheres-responsaveis-por-domicilios-avanca-e-se-equipara-a-de-homens\">Dados<\/a>\u00a0da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD\/IBGE) mostram que 49,1% dos lares brasileiros t\u00eam mulheres como principais provedoras financeiras. Essa responsabilidade dificulta a tomada de risco, seja na transi\u00e7\u00e3o de carreira ou na abertura de um neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Outro desafio \u00e9 emocional: lidar com a\u00a0<strong>s\u00edndrome da impostora<\/strong>, a falta de apoio de familiares ou colegas e o medo de fracassar em uma fase considerada \u201ctardia\u201d da vida.<\/p>\n<p>\u201cExiste uma cobran\u00e7a extra sobre a mulher madura: a de que j\u00e1 deveria estar \u2018estabilizada\u2019 e n\u00e3o em busca de algo novo. Romper com essa l\u00f3gica exige n\u00e3o s\u00f3 planejamento financeiro, mas, principalmente, apoio psicol\u00f3gico e redes de suporte\u201d, analisa Ana.<\/p>\n<p>Apesar dos obst\u00e1culos, Ana destaca que pol\u00edticas de diversidade et\u00e1ria, acesso a cr\u00e9dito para mulheres empreendedoras e programas de qualifica\u00e7\u00e3o profissional t\u00eam sido caminhos importantes para superar essas barreiras e impulsionar a presen\u00e7a de mulheres 40+ em posi\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas e inovadoras no mercado.<\/p>\n<p><strong>Empreendedorismo como sa\u00edda<\/strong><\/p>\n<p>O empreendedorismo tem se consolidado como um dos principais caminhos para as mulheres acima dos 40 anos que buscam maior autonomia e prop\u00f3sito. No 4\u00ba trimestre de 2024, o Brasil registrou um recorde de 10,35 milh\u00f5es de mulheres donas de neg\u00f3cio, segundo o\u00a0<a href=\"https:\/\/sebraepr.com.br\/impulsiona\/empreendedorismo-feminino-no-brasil-uma-analise-do-4-%E2%88%98-trimestre-de-2024\/\">Sebrae<\/a>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciasebrae.com.br\/cultura-empreendedora\/participacao-das-mulheres-no-universo-do-empreendedorismo-volta-a-crescer\/\">pesquisa<\/a>\u00a0Monitor Global de Empreendedorismo (GEM 2024), aponta que a retomada na participa\u00e7\u00e3o de mulheres no empreendedorismo tamb\u00e9m foi percebida entre as empresas estabelecidas, com destaque para aquelas na faixa de 45 a 54 anos. Esse movimento \u00e9 impulsionado, sobretudo, pelo desejo de liberdade e flexibilidade na gest\u00e3o do tempo, al\u00e9m de maior controle sobre decis\u00f5es estrat\u00e9gicas.<\/p>\n<p>A maturidade dessas empreendedoras \u00e9 vista como um diferencial competitivo. O\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciasebrae.com.br\/cultura-empreendedora\/participacao-das-mulheres-no-universo-do-empreendedorismo-volta-a-crescer\/\">estudo\u00a0<\/a>tamb\u00e9m revela que mulheres empreendedoras mais velhas t\u00eam 35% mais chances de manter neg\u00f3cios sustent\u00e1veis por mais de cinco anos em compara\u00e7\u00e3o com as mais jovens. A experi\u00eancia acumulada, o networking robusto e a habilidade de gerenciar riscos com maior assertividade est\u00e3o entre os fatores que favorecem o sucesso.<\/p>\n<p>O crescimento de neg\u00f3cios fundados por mulheres maduras tamb\u00e9m tem se concentrado em setores em expans\u00e3o, como economia criativa, tecnologia, consultorias especializadas, bem-estar e alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u201cEssas mulheres t\u00eam clareza sobre o que querem construir. Muitas n\u00e3o buscam apenas rentabilidade, mas um alinhamento entre trabalho, valores pessoais e impacto social. Isso muda completamente o perfil do empreendedorismo feminino brasileiro\u201d, destaca Tomazelli.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio internacional, o fen\u00f4meno tamb\u00e9m \u00e9 observado:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nwbc.gov\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/The-Metamorphosis-of-a-Woman-Business-Owner-FULL-REPORT.pdf\">dados<\/a>\u00a0da National Women\u2019s Business Council (EUA) mostram que 26% das empres\u00e1rias norte-americanas t\u00eam 45 anos ou mais, uma tend\u00eancia de crescimento cont\u00ednuo nos \u00faltimos cinco anos. Esse contexto refor\u00e7a que o empreendedorismo, al\u00e9m de um caminho de autonomia financeira, tamb\u00e9m tem se tornado uma ferramenta de reinven\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria e realiza\u00e7\u00e3o pessoal para mulheres maduras.<\/p>\n<p>\u201cO fen\u00f4meno das mulheres 40+ reinventando suas carreiras representa mais do que uma mudan\u00e7a individual. \u00c9 um reflexo de uma sociedade que est\u00e1 aprendendo a valorizar a experi\u00eancia, a maturidade e o direito \u00e0 felicidade profissional em todas as fases da vida. Ao quebrar o tabu de que &#8220;\u00e9 tarde demais para recome\u00e7ar&#8221;, essas mulheres n\u00e3o apenas transformam suas pr\u00f3prias trajet\u00f3rias, mas abrem caminho para que futuras gera\u00e7\u00f5es tenham mais liberdade para redesenhar suas vidas profissionais quantas vezes julgarem necess\u00e1rio\u201d, ressalta Ana.<\/p>\n<p>A mensagem \u00e9 clara: nunca \u00e9 tarde para buscar uma carreira que fa\u00e7a sentido, e a coragem de recome\u00e7ar aos 40, 50 ou 60 anos n\u00e3o \u00e9 apenas leg\u00edtima, \u00e9 inspiradora e necess\u00e1ria para uma sociedade mais justa e inclusiva.<\/p>\n<p><strong>IPEFEM<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong>IPEFEM, fundado em 2019, o Instituto de Pesquisa de Estudos do Feminino &#8211; Ipefem, atua em tr\u00eas pilares, que podem acontecer coordenadamente ou individualmente: pesquisa, educa\u00e7\u00e3o e terapia. Em Pesquisas, considera-se todas as modalidades t\u00e9cnicas de pesquisa que considerem recortes por g\u00eanero, orienta\u00e7\u00e3o sexual e sa\u00fade mental. Em Educa\u00e7\u00e3o, o instituto tem a Comunidade Ip\u00ea, uma plataforma de educa\u00e7\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia, baseada em Lifelong Learning, dedicada a aulas expositivas e micro conte\u00fados de impacto. Em Terapia, o instituto j\u00e1 atendeu milhares de pessoas, oferecendo apoio terap\u00eautico individual ou em grupo, podendo ser atendimentos gratuitos ou com valores simb\u00f3licos acess\u00edveis. Saiba mais:\u00a0<a href=\"https:\/\/ipefem.org.br\/\">Site||\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ipefem\">Instagram<\/a>\u00a0||\u00a0<a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/ipefem\/\">LinkedIn<\/a>\u00a0||\u00a0<a href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@ipefem\/\">TikTok<\/a><\/p>\n<p><strong>Ana Tomazelli, psicanalista e Presidente do Ipefem\u00a0<\/strong>(Instituto de Pesquisas &amp; Estudos do Feminino), uma ONG de educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade mental para mulheres no mercado de trabalho. Tamb\u00e9m \u00e9 co-fundadora do Ipecre &#8211; Instituto de pesquisa e estudos em Ci\u00eancia da Religi\u00e3o, uma ONG que promove conhecimento para a garantia das liberdades religiosas e promo\u00e7\u00e3o da paz mundial. Mentora de Carreiras, Executiva em Recursos Humanos, por mais de 20 anos, liderou reestrutura\u00e7\u00f5es de RH dentro e fora do pa\u00eds. Com passagens pelas startups Scooto e B2Mamy, al\u00e9m de empresas tradicionais e consolidadas como UHG-Amil, Solera Holdings, KPMG e DASA (Diagn\u00f3sticos da Am\u00e9rica S\/A). Mestranda em Ci\u00eancias da Religi\u00e3o pela PUC-SP e membro do grupo de pesquisa RELAPSO (Religi\u00e3o, Lac\u0327o Social e Psican\u00e1lise) da Universidade de S\u00e3o Paulo, tamb\u00e9m \u00e9 p\u00f3s-graduada em Recursos Humanos pela FIA-USP e em Neg\u00f3cios pelo IBMEC-RJ. Formada em Jornalismo pela Laureate &#8211; Anhembi Morumbi.\u00a0<a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/anatomazellioficial\/\">Linkedin<\/a>\u00a0 ||\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/anatomazellioficial\">Instagram<\/a>\u00a0||\u00a0<a href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@anatomazellioficial\/\">TikTok<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>52% das profissionais acima de 40 anos planejam mudar de \u00e1rea nos pr\u00f3ximos anos, segundo Harvard Business Review Por muito tempo, o mercado de trabalho colocou sobre as mulheres a expectativa de serem multitarefas, conciliando carreira, fam\u00edlia e vida pessoal com perfei\u00e7\u00e3o. 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