{"id":10616,"date":"2023-07-09T18:11:12","date_gmt":"2023-07-09T21:11:12","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/?p=10616"},"modified":"2023-07-09T18:11:12","modified_gmt":"2023-07-09T21:11:12","slug":"revolution-fundo-vc-que-acaba-de-investir-na-payface-prepara-aporte-de-r-10-milhoes-em-uma-fintech-de-agro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/2023\/07\/09\/revolution-fundo-vc-que-acaba-de-investir-na-payface-prepara-aporte-de-r-10-milhoes-em-uma-fintech-de-agro\/","title":{"rendered":"Revolution, fundo VC que acaba de investir na PayFace, prepara aporte de R$ 10 milh\u00f5es em uma fintech de agro"},"content":{"rendered":"<p>O Revolution, fundo de venture capital especializado da gestora Oasis Ventures (novo nome da Volt Partners Investimentos), prepara sua quinta investida. \u201cEstamos em fase de\u00a0<em>due diligence<\/em>\u00a0de uma fintech do agroneg\u00f3cio, onde pretendemos aportar R$ 10 milh\u00f5es\u201d, disse a Fintechs Brasil Marcelo Peano, fundador e um dos s\u00f3cios da Oasis (junto com Jader Rossetto e M\u00e1rcia Mello). Em mar\u00e7o de 2021,\u00a0<a href=\"https:\/\/fintechsbrasil.com.br\/2021\/03\/11\/volt-partners-prepara-fundo-para-investir-so-em-fintechs\/\">Peano revelou em primeira m\u00e3o para o portal\u00a0<\/a>que o fundo estava no forno e queria levantar R$ 200 milh\u00f5es. Desde 2022, o Revolution j\u00e1 investiu R$ 35 milh\u00f5es na O-Live (healthtech), Zmatch (mobilidade urbana com energia verde), Fintalk (IA pra Fintechs) e agora na catarinense\u00a0<a href=\"https:\/\/payface.com.br\/\">Payface<\/a>.<\/p>\n<p>A Volt foi fundada em 2010 por Peano e Henrique Faria, que agora ficou com o outro s\u00f3cio, Jair Ohno, somente no neg\u00f3cio de assessoria em fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es (M&amp;A) \u2013 este segue com a marca Volt Partners. Al\u00e9m do Revolution, outro fundo de sucesso da gestora \u00e9 o Pier 18, que realizou quatro investimentos nos EUA, o maior na empresa de realidade aumentada Magnopus e na Usend \u2013 a fintech vendida para o Inter em 2021, trazendo um retorno de 100%.<\/p>\n<p>A entrada do Revolution na extens\u00e3o da s\u00e9rie A de R$ 45 milh\u00f5es da Payface, liderada pelo BTG, foi comemorada pela fintech pela grande experi\u00eancia e reputa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas s\u00f3cios. Economista, com MBA pela Chicago University, Peano foi s\u00f3cio da Utor Investimentos com Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira antes da fus\u00e3o com a GP Investimentos; e foi vice presidente da \u00e1rea de derivativos do JP Morgan. Rossetto foi s\u00f3cio de grandes ag\u00eancias de publicidade, ganhou diversos pr\u00eamios internacionais e criou campanhas ic\u00f4nicas, como Ita\u00fa Digital e Desbancarize, da XP.<\/p>\n<p>Com experi\u00eancia de mais de 27 anos no mercado de meios de pagamento, Marcia teve passagens pela Cielo, Elavon e Global Payments, onde foi CEO, al\u00e9m de ser conselheira independente da PagSeguro, Letsbank, Leo Madeiras e do banco Interbank, no Peru. Agora, far\u00e1 parte do Conselho da Payface, ao lado de executivos como Roberto Medeiros (ex-CEO da Rede e Multiplus), Roberto Nishikawa (ex-Presidente da Corretora do Ita\u00fa) e Wagner Aguado (ex-Presidente da Bradesco Cart\u00f5es).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Contribui\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica<\/h2>\n<p>\u201cO Revolution chega com uma contribui\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica e qualificada, al\u00e9m do investimento prim\u00e1rio em a\u00e7\u00f5es da empresa\u201d, acredita El\u00e1dio Isoppo, CEO e cofundador da Payface. \u201cO hist\u00f3rico dos s\u00f3cios gestores do fundo vai nos auxiliar na consolida\u00e7\u00e3o do nosso plano estrat\u00e9gico que, em breve, tamb\u00e9m passar\u00e1 a contar com crescimento inorg\u00e2nico\u201d, completa.<\/p>\n<p>A rodada teve ainda a participa\u00e7\u00e3o do multifamily office\u00a0Oikos\u00a0e da\u00a0HiPartners, venture capital focado em retail tech. Os recursos ser\u00e3o utilizados para\u00a0 sustentar os planos de crescimento org\u00e2nico da Payface, com entrada em novas verticais do varejo e o desenvolvimento de novos produtos, e o crescimento inorg\u00e2nico, com eventuais aquisi\u00e7\u00f5es de players do setor ou de \u00e1reas complementares.<\/p>\n<p>\u201cDe fato, a atua\u00e7\u00e3o da Payface, inclusive seu modelo de neg\u00f3cio e perspectivas de expans\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, mostraram total ader\u00eancia com a tese de investimento do Revolution. Mais do que o investimento financeiro, vamos atuar de forma bastante pr\u00f3xima, ao lado dos l\u00edderes da empresa\u201d, diz Marcia. \u201cQuando fundamos a Volt e o Revolution, j\u00e1 pensamos no conceito\u00a0<em>smart money<\/em>. Nosso desafio \u00e9 desenvolver e acelerar as empresas n\u00e3o somente com o dinheiro, mas, inclusive, com senioridade e consultoria para a gest\u00e3o. At\u00e9 agora, esta aposta tem dado muito certo\u201d, complementa Peano.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 algum tempo, temos acompanhado o setor das fintechs no mundo todo, sempre \u00e0 procura de empresas que apresentem maturidade em seus modelos de neg\u00f3cios e gest\u00e3o, al\u00e9m de potencial disruptivo. Sabemos que pagamento com rosto \u00e9 uma tecnologia com bastante espa\u00e7o e com uma gigantesca perspectiva de crescimento de demanda, principalmente em um varejo com as caracter\u00edsticas de um pa\u00eds t\u00e3o amplo em extens\u00e3o territorial, como o Brasil\u201d, diz Rossetto.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">PIXFace<\/h2>\n<p>Fundada em 2018, a Payface opera pagamento por reconhecimento facial em parceria com uma bandeira de cart\u00e3o de cr\u00e9dito (a Mastercard) e acumula crescimento anualizado de quase 400% desde 2021, segundo nota enviada a jornalistas. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 fechar o ano de 2023 integrada a dois mil PDVs, com capacidade para atender cerca de 2,4 milh\u00f5es de consumidores mensais.<\/p>\n<p>Adicionalmente \u00e0 expans\u00e3o da sua atua\u00e7\u00e3o para novas verticais al\u00e9m do varejo alimentar, como os setores de postos de combust\u00edveis e redes de farm\u00e1cias, a Payface\u00a0 trabalha no lan\u00e7amento de novos produtos, como o \u201cPixface\u201d, que permitir\u00e1 que o usu\u00e1rio fa\u00e7a uma opera\u00e7\u00e3o de PIX usando apenas o rosto como identifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre os clientes da Payface est\u00e3o as redes supermercadistas St March\u00e9, Zona Sul e Prezunic do Grupo Cencosud. Segundo a fintech, sua solu\u00e7\u00e3o est\u00e1 integrada com todo o ecossistema de pagamentos\u00a0 \u2014 desde bandeiras de cart\u00f5es de cr\u00e9dito de arranjo aberto e private labels (cart\u00f5es de varejistas), wallets (carteiras virtuais), emissores, adquirentes e subadquirentes, oferecendo uma solu\u00e7\u00e3o de implanta\u00e7\u00e3o relativamente r\u00e1pida se comparada \u00e0 m\u00e9dia do mercado. Atualmente, a empresa conta com mais de 80 colaboradores em todo o Brasil .<\/p>\n<div class=\"sharedaddy sd-sharing-enabled\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Revolution, fundo de venture capital especializado da gestora Oasis Ventures (novo nome da Volt Partners Investimentos), prepara sua quinta investida. \u201cEstamos em fase de\u00a0due diligence\u00a0de uma fintech do agroneg\u00f3cio, onde pretendemos aportar R$ 10 milh\u00f5es\u201d, disse a Fintechs Brasil Marcelo Peano, fundador e um dos s\u00f3cios da Oasis (junto com Jader Rossetto e M\u00e1rcia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10617,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[51,54,56,57,60,62],"tags":[7889,7890,7888],"featured_image_src":{"landsacpe":["https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/peano-1140x445.webp",1140,445,true],"list":["https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/peano-463x348.webp",463,348,true],"medium":["https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/peano-300x225.webp",300,225,true],"full":["https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/peano.webp",1200,900,false]},"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/peano.webp","jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10616"}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10616"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10616\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10618,"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10616\/revisions\/10618"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10617"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10616"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10616"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10616"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}