{"id":10609,"date":"2023-07-09T13:30:59","date_gmt":"2023-07-09T16:30:59","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/?p=10609"},"modified":"2023-07-09T13:30:59","modified_gmt":"2023-07-09T16:30:59","slug":"estudo-do-mdic-aponta-que-apenas-1-exporta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaempresarios.net\/web\/2023\/07\/09\/estudo-do-mdic-aponta-que-apenas-1-exporta\/","title":{"rendered":"Estudo do MDIC aponta que apenas 1% exporta"},"content":{"rendered":"<div class=\"cabeca\">\n<p>Estudo \u201cExporta\u00e7\u00f5es Brasileiras\u201d aponta que apenas 1% das empresas exportam, entenda como cen\u00e1rio reflete na ind\u00fastria moveleira<\/p>\n<div class=\"data\">\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/emobile.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Exporta%C3%A7%C3%B5es-M%C3%B3veis-Exporta%C3%A7%C3%B5es-de-M%C3%B3veis-Divulga%C3%A7%C3%A3o-Tecon.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"corpo\">\n<div class=\"social\">\n<div class=\"a2a_kit a2a_kit_size_50 addtoany_list\">Qual o perfil das empresas exportadoras no Brasil? O que, para onde e por quanto tempo exportam? Diante desse cen\u00e1rio, quais vantagens, obst\u00e1culos e oportunidades podem ser observados no horizonte tamb\u00e9m para a ind\u00fastria brasileira do mobili\u00e1rio?<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"texto\">\n<p>Para responder a estas perguntas, primeiro \u00e9 fundamental entender a din\u00e2mica das atuais empresas exportadoras no pa\u00eds. Nesse sentido, o MDIC (Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os), por interm\u00e9dio do Governo Federal, acaba de divulgar um estudo abrangente sobre o \u201c<strong>Perfil das Firmas Exportadoras Brasileiras \u2013 Um Panorama<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>Os resultados do levantamento, que \u00e9 in\u00e9dito, lan\u00e7am luz sobre a realidade das empresas brasileiras que atuam no com\u00e9rcio exterior e fornecem informa\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas para estimular e ampliar a participa\u00e7\u00e3o do Brasil no mercado global, que podem e devem refletir tamb\u00e9m sobre as ind\u00fastrias de m\u00f3veis e colch\u00f5es no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>O estudo revelou um cen\u00e1rio ainda limitado para as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras, com apenas 1% das empresas nacionais comercializando seus produtos para o exterior. Esse n\u00famero representa aproximadamente 25 mil firmas com acesso ao mercado internacional. Porcentagem similar \u00e0 de outros pa\u00edses em desenvolvimento, mas significativamente menor se comparada \u00e0s economias desenvolvidas.<\/p>\n<p>O que aponta para oportunidades de expans\u00e3o para a ind\u00fastria brasileira, rica em recursos materiais, al\u00e9m de capaz de atuar em paridade t\u00e9cnica e criativa, mas que ainda sofre com obst\u00e1culos que limitam seu desenvolvimento no mercado interno e externo.<\/p>\n<h2>Falta de cultura de exporta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Um dos principais desafios, como observado pelo presidente da Abim\u00f3vel (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias do Mobili\u00e1rio), Irineu Munhoz, \u00e9 o sistema tribut\u00e1rio ultrapassado e complexo no Brasil, que imp\u00f5e uma carga financeira elevada e burocracia excessiva em diversos processos, inclusive na inser\u00e7\u00e3o internacional das empresas locais.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o baixo investimento e incentivo \u00e0 pesquisa e inova\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m aparece como outro fator limitante. Barreiras tarif\u00e1rias, entraves log\u00edsticos e de infraestrutura, al\u00e9m da falta de uma cultura exportadora forte e consolidada no pa\u00eds, tamb\u00e9m s\u00e3o obst\u00e1culos significativos \u00e0 internacionaliza\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias brasileiras.<\/p>\n<p>Dessa forma, muitos ainda s\u00e3o os desafios a serem superados. Segundo o estudo do MDIC, a probabilidade m\u00e9dia de uma empresa come\u00e7ar a exportar \u00e9 de apenas 1% desde sua abertura at\u00e9 dez anos de funcionamento. Empresas maiores, com mais de 250 empregados, apresentam probabilidade de 22% de conquistar o mercado externo em sua primeira d\u00e9cada de exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Em m\u00e9dia, os neg\u00f3cios t\u00eam aproximadamente 65% de chance de sobreviver no mercado externo ap\u00f3s o primeiro ano de exporta\u00e7\u00e3o. As chances de sobreviver por dois anos s\u00e3o de 53%, e diminuem gradativamente, at\u00e9 uma chance de 29% em manter as exporta\u00e7\u00f5es ativas por 11 anos. De maneira geral, quanto maior a empresa, maiores tamb\u00e9m as chances de sobreviv\u00eancia no mercado exportador.<\/p>\n<p><strong>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/emobile.com.br\/site\/industria\/setor-florestal-divulga-relatorio-de-progresso-de-sustentabilidade\/\">Relat\u00f3rio de progresso de sustentabilidade do setor florestal<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Outro ponto \u00e9 que a maior parte das empresas exporta de maneira irregular: os per\u00edodos de exporta\u00e7\u00e3o consecutiva e ininterrupta possuem uma dura\u00e7\u00e3o mediana de tr\u00eas anos, um tempo relativamente curto, mas em linha com a evid\u00eancia internacional.<\/p>\n<p>Esses percal\u00e7os v\u00e3o de encontro ao fato de que empresas que exportam tendem a pagar sal\u00e1rios mais altos e empregam uma propor\u00e7\u00e3o maior de trabalhadores qualificados, ou seja, exercem impacto positivo em toda a sociedade e economia. O MDIC mostrou que o pr\u00eamio salarial pago pelas empresas exportadoras varia de 36% a 124%, dependendo do setor de atividade da empresa.<\/p>\n<p>A abrang\u00eancia dessas exporta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m conta: em 2020, o sal\u00e1rio m\u00e9dio ofertado por firmas que exportaram para os Estados Unidos e para a Uni\u00e3o Europeia, por exemplo, foram respectivamente 25% e 23% maiores do que o de empresas que direcionaram sua produ\u00e7\u00e3o apenas para o Mercosul.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua distribui\u00e7\u00e3o regional, as firmas exportadoras do Brasil localizam-se em poucas Unidades da Federa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Em 2020, os estados de S\u00e3o Paulo e do Rio Grande do Sul concentravam 54% das firmas exportadoras brasileiras.<\/p>\n<p>Em contrapartida, as exportadoras localizadas nas regi\u00f5es Norte, Nordeste e Centro-Oeste possu\u00edam, nesse mesmo ano, em m\u00e9dia 30% mais empregados do que as estabelecidas no Sul e Sudeste. O que pode se justificar, entre outros motivos, pelo fato de que o percentual de firmas que exportaram a pa\u00edses do Mercosul foi quase 2,5 vezes maior nas regi\u00f5es Sul e Sudeste do que nas demais regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<h2>Projetos de incremento \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>Apesar disso, constatou-se que a maior parte (61%) das empresas brasileiras que atualmente exportam realizam neg\u00f3cios apenas na Am\u00e9rica Latina. Isso ressalta a import\u00e2ncia da integra\u00e7\u00e3o regional, beneficiando-se das vantagens geogr\u00e1ficas e culturais, al\u00e9m das tarifas mais baixas, fruto de acordos comerciais na regi\u00e3o, tal qual o Mercosul.<\/p>\n<p>Afinal, as tarifas m\u00e9dias impostas pelos parceiros comerciais s\u00e3o de fato um fator determinante na escolha dos mercados de exporta\u00e7\u00e3o. Economias que imp\u00f5em tarifas mais altas t\u00eam menos chances de serem exploradas pelas empresas brasileiras.<\/p>\n<p>Apesar da maior participa\u00e7\u00e3o, no entanto, \u00e9 interessante observar que o avan\u00e7o das exporta\u00e7\u00f5es para o Mercosul foi modesto nos \u00faltimos anos, apenas 2% entre 2018 e 2020. Enquanto isso, observou-se um aumento significativo no n\u00famero de empresas exportando para a China (24% de crescimento), Estados Unidos (21% de crescimento) e Uni\u00e3o Europeia (16% de crescimento) no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Fator que demonstra, entre outras possibilidades, a efici\u00eancia de acordos comerciais e da abertura de novos mercados para al\u00e9m da regi\u00e3o latino-americana, a partir, por exemplo, de programas setoriais de incentivo \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, como o\u00a0<a href=\"https:\/\/emobile.com.br\/site\/?s=brazilian+furniture\"><strong>Projeto Setorial Brazilian Furniture<\/strong><\/a>, iniciativa da Abim\u00f3vel e da ApexBrasil (Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos), que tem por objetivo incrementar a participa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira do mobili\u00e1rio no mercado internacional por meio de um conjunto de a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas, tendo como base os pilares da sustentabilidade, da competitividade e do design integrado \u00e0 ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Atualmente, o projeto conta com a participa\u00e7\u00e3o de mais de 150 empresas e segue recebendo novos associados, que possuem acesso a informa\u00e7\u00f5es de Intelig\u00eancia Comercial e Competitiva, Feiras e Miss\u00f5es Comerciais Internacionais, Projeto Comprador, Projeto Imagem, Programa Design Brasil + Ind\u00fastria, o Simb (<a href=\"https:\/\/emobile.com.br\/site\/industria\/simb-promove-webinar-com-inscricao-gratuita\/\"><strong>programa de sustentabilidade<\/strong><\/a>), entre outras in\u00fameras atividades dentro e fora do Brasil.<\/p>\n<h2>Desafios para MPEs no com\u00e9rcio exterior<\/h2>\n<p>Sexta maior produtora de m\u00f3veis no mundo, a ind\u00fastria moveleira nacional \u00e9 composta por mais de 17,1 mil empresas, tendo produzido 411,3 milh\u00f5es de pe\u00e7as de m\u00f3veis e colch\u00f5es em 2022, gerando uma receita de R$ 83,2 bilh\u00f5es e aproximadamente 270,5 mil postos de trabalho, sendo a oitava cadeia que mais emprega no Brasil, com participa\u00e7\u00e3o ativa no PIB (Produto Interno Bruto) nacional.<\/p>\n<p>Interessante pontuar, contudo, que nesse cen\u00e1rio 78% das empresas s\u00e3o de micro ou pequeno porte. Desempenhando, portanto, pap\u00e9is vitais nas economias regionais e nacional, ao mesmo tempo em que enfrenta desafios ainda mais substanciais para a expans\u00e3o produtiva e comercial.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o PDCIMob (<a href=\"https:\/\/emobile.com.br\/site\/marcenaria\/pdcimob-apresenta-projeto-de-fomento-a-competitividade-de-marceneiros\/\"><strong>Projeto de Desenvolvimento, Competitividade e Integra\u00e7\u00e3o da Ind\u00fastria do Mobili\u00e1rio<\/strong><\/a>) surge como uma alternativa promissora para vencer esses desafios. O projeto \u00e9 fruto da parceria entre a Abim\u00f3vel e o Sebrae (Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas).<\/p>\n<p>Tem como meta o fortalecimento de micro e pequenas empresas do setor moveleiro nacional, por meio da capacita\u00e7\u00e3o nas mais diversas \u00e1reas: gest\u00e3o, atua\u00e7\u00e3o digital, inova\u00e7\u00e3o e design de produtos, marketing, comercializa\u00e7\u00e3o, acesso a novos mercados, entre outras etapas. Atualmente, o PDCIMob est\u00e1 em andamento em 12 unidades federativas do Brasil, por meio dos Sebrae locais, com o apoio de associa\u00e7\u00f5es e outras entidades parceiras da Abim\u00f3vel.<\/p>\n<h2>Perfil das empresas exportadoras de m\u00f3veis<\/h2>\n<p>Por falar no acesso a novos mercados, ali\u00e1s, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de m\u00f3veis e colch\u00f5es chegaram a 162 pa\u00edses e atingiram US$ 830,7 milh\u00f5es durante o ano passado. Tal resultado \u00e9 menor do que em 2021, quando a ind\u00fastria moveleira nacional alcan\u00e7ou resultados hist\u00f3ricos nas exporta\u00e7\u00f5es, representando quedas em torno de 27,6% em volume e de 11,4% em valores exportados na varia\u00e7\u00e3o ano a ano. Se olharmos para 2019, contudo, ano pr\u00e9-pandemia e diante de uma base comparativa mais est\u00e1vel, o desempenho \u00e9 5,3% superior em volume de pe\u00e7as e 29% maior em valores exportados.<\/p>\n<p>Na origem dessas exporta\u00e7\u00f5es, similar ao que vimos no levantamento geral realizado pelo MDIC, os tr\u00eas estados da regi\u00e3o Sul continuam sendo os maiores exportadores de m\u00f3veis do Brasil. Juntos, Santa Catarina (40,1%), Rio Grande do Sul (29,0%) e Paran\u00e1 (14,5%), corresponderam a 83,6% das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de m\u00f3veis em 2022. Com cada vez mais empresas aderindo a programas como o Projeto Brazilian Furniture e o PDCIMob, por\u00e9m \u2014 a depender de seus portes produtivos \u2014, outros estados v\u00eam tamb\u00e9m ampliando suas exporta\u00e7\u00f5es ano ap\u00f3s ano, como \u00e9 o caso de Minas Gerais e de Pernambuco.<\/p>\n<p>No quesito parceiros comerciais, os Estados Unidos se consolidam como o principal destino do mobili\u00e1rio brasileiro no exterior, tendo representado 33,8% do total exportado pelo setor no ano passado. Uruguai, Chile, Reino Unido e Peru aparecem na sequ\u00eancia, com outros pa\u00edses latino-americanos e europeus completando as demais posi\u00e7\u00f5es no top 10.<\/p>\n<p><strong>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mdic\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2023\/junho\/perfil_exportadoras-secex.pdf\/view\">Leia o estudo Perfil das firmas exportadoras brasileiras<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Importante ressaltar, ali\u00e1s, que embora as ind\u00fastrias associadas ao Brazilian Furniture, por exemplo, estejam cada dia mais incrementando suas exporta\u00e7\u00f5es para pa\u00edses da regi\u00e3o, a Uni\u00e3o Europeia \u00e9 o mercado que mais imp\u00f5e restri\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00e3o. Com o novo Acordo do Mercosul com a UE, que est\u00e1 atualmente em avalia\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, espera-se que essas barreiras tarif\u00e1rias e n\u00e3o tarif\u00e1rias diminuam, o que significaria um avan\u00e7o para a ind\u00fastria e os produtos brasileiros.<\/p>\n<p>\u201cSegundo estudos e avalia\u00e7\u00f5es internas do setor, com a aprova\u00e7\u00e3o do acordo haveria um crescimento imediato de, no m\u00ednimo, 20% nas exporta\u00e7\u00f5es de m\u00f3veis para o bloco europeu. O que \u00e9 um volume bastante expressivo para o primeiro ano de vig\u00eancia do Acordo\u201d, compartilha C\u00e2ndida Cervieri, diretora-executiva da Abim\u00f3vel, que ressalta que \u201ca entidade atua de modo a demonstrar para o governo os benef\u00edcios de prosseguir nas negocia\u00e7\u00f5es, considerando ganhos relevantes de competitividade e integra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A Reforma Tribut\u00e1ria, a nova Pol\u00edtica Industrial e a Desonera\u00e7\u00e3o da Folha de Pagamento tamb\u00e9m s\u00e3o outros pontos essenciais para a sa\u00fade do empresariado e da ind\u00fastria brasileira, colaborando para melhores condi\u00e7\u00f5es de investimentos e ofertas, bem como para um ambiente sustent\u00e1vel para a expans\u00e3o internacional e a manuten\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de longo prazo no com\u00e9rcio exterior.<\/p>\n<p>\u201cO setor moveleiro nacional cumpre um papel estrat\u00e9gico para o pa\u00eds, ao contribuir com o equil\u00edbrio e o posicionamento da economia e da ind\u00fastria brasileira no mercado interno e global. No \u00faltimo ano, contudo, o setor, a exemplo de outros segmentos industriais, enfrentou desafios j\u00e1 amplamente conhecidos, como a crise econ\u00f4mica, tens\u00e3o pol\u00edtica, conflitos internacionais, al\u00e9m de problemas log\u00edsticos e na cadeia de abastecimento, que implicaram em uma s\u00e9rie de obst\u00e1culos n\u00e3o s\u00f3 na produ\u00e7\u00e3o e no consumo dom\u00e9stico como tamb\u00e9m no com\u00e9rcio exterior\u201d, pontua o presidente da Abim\u00f3vel, Irineu Munhoz.<\/p>\n<p>Ainda assim, como refor\u00e7a C\u00e2ndida, a balan\u00e7a comercial favor\u00e1vel e a presen\u00e7a em diferentes regi\u00f5es do mundo ilustram a competitividade da ind\u00fastria brasileira do mobili\u00e1rio e sua habilidade em atender \u00e0s demandas internacionais. \u201cPara isso \u00e9 preciso criarmos um ambiente favor\u00e1vel aos investimentos e aos neg\u00f3cios, para ent\u00e3o construirmos bases s\u00f3lidas para uma cultura exportadora em nosso setor e pa\u00eds, sendo esta uma das miss\u00f5es da Abim\u00f3vel e de nossos parceiros\u201d, finaliza a diretora-executiva da\u00a0<a href=\"http:\/\/abimovel.com\/\"><strong>Abim\u00f3vel<\/strong><\/a>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo \u201cExporta\u00e7\u00f5es Brasileiras\u201d aponta que apenas 1% das empresas exportam, entenda como cen\u00e1rio reflete na ind\u00fastria moveleira Qual o perfil das empresas exportadoras no Brasil? 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