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um.a: empreender com diversidade

Com foco na diversidade dentro do mundo corporativo, a um.a foi fundada por Ronaldo Ferreira Junior e Claudia Lorenz; a empresa conta também com Samanta Lopes, Coordenadora do programa Mestre em Diversidade Inclusiva (MDI), uma frente edtech em parceria com a Pearson Educacional, que tem feito a diferença nas empresas

A agência de live marketing u.ma, faz uma aposta clara na diversidade. Não se trata neste caso, apenas de uma palavra com significado bonito, mas de uma linha de ação, um projeto de vida, uma estratégia para empreender para um mundo melhor. A inclusão da diversidade pelas empresas, refletida em suas campanhas publicitárias, tornou-se um ponto importante para a decisão de compra das novas gerações. Entretanto, nem sempre tais imagens se refletem em atitudes e ações. O propósito da u.ma é fazer a diversidade acontecer de fora para dentro e de dentro para fora das pessoas, pois são elas, tão diferentes umas das outras, que tornam esse mundo mundo tão rico e cheio de nuances e desafios.

Ronaldo Ferreira Junior e Claudia Lorenz fundaram em 1996 o que viria a ser a um.a, e na época, já tinham uma receita de sucesso muito simples para consolidar a marca: muito trabalho, num ritmo às vezes alucinante de entrega, com mais de sete projetos, em média, por dia. Foi trabalhando arduamente e de forma correta e transparente, respeitando fornecedores e clientes e, principalmente, desenvolvendo e cuidando dos colaboradores, que ao longo de seus 25 anos de existência, a agência conquistou 40 prêmios Caio, um dos mais importantes na área de live marketing.

“Rapidamente nos tornamos uma agência de médio porte, depois de grande, e agora uma agência flexível, sem bordas, do tamanho da necessidade das demandas de nossos clientes, tendo a diversidade como plataforma de criação, inovação e empreendedorismo”, conta Ronaldo Ferreira Junior. Hoje, a um.a desenvolve projetos que colocam o empreendedorismo e a diversidade no centro, percebendo o compromisso da empresa com as diferentes camadas que formam o complexo tecido social brasileiro.

A um.a já era grande quando a educadora Samanta Lopes cruzou o caminho da empresa. Mulher negra e periférica, engajada em eventos voltados à inovação e inclusão, ela foi convidada a colaborar na liderança do Programa Mestre em Diversidade Inclusiva (MDI), ampliando a diversidade de fornecedores e palestrantes, além de manter a conexão com entidades que atendem grupos vulneráveis. Com isso, a agência vem fortalecendo suas ações em rede e de inclusão das pessoas, através do diálogo e de pontes humanizadas entre os grupos diversos.

Um dos projetos tocados por ela é o Legado, que oferta bolsas gratuitas para o Programa MDI, na modalidade 1×1: a cada aluno pagante, uma bolsa é disponibilizada para estes grupos. Samanta Lopes sabe que é preciso agir socialmente para que mais pessoas possam ter as mesmas oportunidades de mostrar suas potências ao mercado de trabalho. “Atuar como empreendedora é uma forma de resistir à profecia autorrealizadora do fracasso que toda criança negra e periférica recebe do mundo: vivem nos dizendo que não somos bons, que não temos perspectivas, que almejar é querer chegar onde não cabemos”, ela comenta, contando em seguida sobre seu engajamento em trabalhar com grupos conectados ao mundo dos negócios e que geram renda, oxigenando suas comunidades. “São jovens, mulheres e homens com um potencial incrível, que só precisam entender melhor o que fazer, como e quando, para garantirem um negócio sustentável e que lhes traga qualidade de vida”, completa Samanta.

Ela também comenta sobre os desafios de ser uma mulher de liderança: “Tenho visto um grande esforço de mulheres para apoiar outras a galgar espaços estratégicos na política, nas empresas, em todos os ambientes”. Samanta diz que certamente, a presença de mais mulheres na liderança das empresas irá acelerar os avanços para atingirmos uma sociedade com menos privilégios e mais oportunidades. Para ela, fazer parte da um.a é ter a certeza de estar lutando por isso.

O time da agência é conectado com a ideia de um empreendedorismo construtivo, diverso, emancipador e socialmente justo. Atualmente, a um.a conta com 40 colaboradores e tem uma carteira de clientes do porte de Allergan, Anbima, Atento, B3, BMG, Bristol-Myers Squibb, Carrefour, Corteva, Fenasaúde, Ifood, InterFarma, Mapfre, Mondelez, MSD, KWS, SBT e Tigre. A agência já foi apontada pela pesquisa CIEE/IBOPE Solutions como uma das melhores companhias para se estagiar no país e eleita por colaboradores como empresa GPTW (great place to work), além de ter recebido prêmios pelo Guia Exame e Instituto Ethos, como uma das empresas mais preparadas no seguimento PMG para multiplicar os princípios da diversidade e da inclusão no mundo corporativo.

Ronaldo Ferreira Junior e Samanta Lopes concordam que a educação corporativa e o empreendedorismo devem ser ensinados durante toda a vida das pessoas, para que aprendam a usar ferramentas diversas de gestão, inovação, e para que tenham as mentes abertas às oportunidades, tornando-se solucionadoras de desafios dos clientes por toda sua vida, aprendizagem contínua “lifelong learning”. Seja no mundo corporativo ou liderando seus próprios negócios, as pessoas devem estar aptas a contribuir de forma efetiva para melhorar a sociedade, inclusive a cadeia de negócios que as cerca. “Todos podem ser empreendedores, atuar no corporativo é uma grande escola, e permite construir inovação dentro de estruturas diversas, propor novas estratégias, incluir a diversidade e criar processos disruptivos dentro e fora da empresa”, eles comentam.

Sobre a um.a
Fundada em 1996, a um.a #diversidadeCriativa está entre as mais estruturadas agências de live marketing do Brasil, especializada em eventos, incentivos e trade. Entre seus principais clientes estão Anbima, Atento, Bristol, B3, Citi, Carrefour, Corteva, Cielo, Motorola, Nextel, Mapfre, Pandora, Sanofi, Sumup, Tigre, Via Varejo, Visa e Motorola entre outras. Ao longo de sua história, ganhou mais de 40 “jacarés” do Prêmio Caio, um dos mais importantes da área de eventos.

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