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Jessica Gordon e o sonho com Bebida na Porta

Como muitas empresas, o Bebida na Porta nasceu de uma necessidade de quem viu a família empreendendo na infância e a startup já ultrapassou o faturamento de R$ 10 milhões desde o início da operação em 2019

Empreender no Brasil não é fácil, ultrapassar os R$ 10 milhões em pouco mais de dois anos menos ainda, mas o projeto do Bebida na Porta conseguiu. A projeção de crescimento para 2021, seu terceiro ano de atuação, é bater em 2021 os R$ 15 milhões, pouco mais de sete vezes do que faturou em 2019, ano em que a empresa nasceu.

Jessica Gordon começou a empreender aos 35 anos, depois de passar pelo mercado corporativo e faculdades. Essa pedagoga formada pela PUC-SP e especialista em Recursos Humanos pela Brazillian Business School acredita que o que aprendeu no mercado de trabalho a ajudou a entender de negócios mas de entender também as pessoas e suas necessidades, e daí surgiu a ideia da empresa, tal qual a certeza de que deveria investir de cabeça na ideia.

Vendo que comprar bebidas no supermercado poderia ser algo estressante pelo peso e pela disponibilidade de tempo, um recurso cada vez mais escasso na vida das pessoas, a empreendedora começou a pensar sobre como poderia mudar aquela situação, ainda mais com o crescimento da tecnologia na vida das pessoas e a febre dos aplicativos para tudo. O Bebida na Porta surgiu dessa necessidade com um nome altamente sugestivo, afinal, quem não quer pedir pelo aplicativo e ter uma bebida geladinha na porta de casa? É uma grande comodidade que a tecnologia trouxe para o cotidiano. Jéssica entendeu essa dinâmica e fez ferver o seu sangue empreendedor.

Esse insight foi o que ela precisava para dar início à própria empresa. Jonh Gordon, seu pai e também ex-proprietário da Staroup – empresa criada pelo seu tio-avô –, que trouxe, entre outras marcas, a New Balance, Wilson e JanSport para o Brasil, é sua grande inspiração para empreender. A Carupi e Cash.In também nasceram na família de Jessica, que não poderia ficar fora do espírito empreendedor que cerca os “Gordons”. Sendo assim, a empresária aceitou construir, manter e fazer prosperar uma empresa no Brasil.

Segundo ela, o principal desafio do Bebida na Porta foi começar a empresa “na raça”, como se usa na linguagem do empreendedorismo no Brasil: “Empreender no Brasil não deixa de ser um desafio diário, e acredito que termos começado sem investidores ajudou a tomarmos sempre as decisões corretas achando o melhor formato para a nossa proposta de valor”, aponta Jessica citando como desenhou a empresa.

Para ela não existe uma fórmula mágica do sucesso, mas sim um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. “Foco, determinação e resiliência, além de conseguir exercer meu papel de mãe e esposa, o que é um grande desafio”, cita a empresária sempre que é questionada sobre como atingiu o sucesso em menos de três anos de operação, dobrando de tamanho ano após ano.

Hoje a marca tem 4 lojas operando, com 25 funcionários, em São Paulo e no ABC, com a meta de sempre melhorar a experiência para chegar ao máximo possível de consumidores e trazer economia, conforto e facilidade na forma de comprar bebidas. E os sonhos dessa empresária são ainda maiores.

Sobre o Bebida na Porta

O Bebida na Porta nasceu da necessidade de uma família de empreendedores que consumiam bebidas apenas por conveniência pagando caro por isso. A ideia, então, foi unir preço baixo e todos os tipos de bebidas, tanto alcoólicas quanto não alcoólicas, além de carvão, gelo, cigarro e snacks, num só lugar a preços baixos e com entrega rápida e gelada. A startup possui parceria estratégica com o iFood e tem um aplicativo próprio, bem como conta com quatro lojas para atender à demanda de São Paulo e ABC.

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