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GESTÃO PATERNALISTA LEVAM AS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS A EXTINÇÃO! – Por: Marcos Aurélio Gonçalves, Consultor Empresarial, MBA em Controladoria e Auditoria – FECAP/SP , Especialização em Gestão de Pessoas – EAD/SP e Graduado em Administração de Empresas – Universidade de Guarulhos (UNG)

Hoje no Maranhão, existem empresas que ainda sobrevivem com um sistema de gestão paternalista, pois tudo gira em torno da família, não se houve os colaboradores. Esse sistema de gestão não cabe mais no sistema moderno, pois existe a centralização das decisões em uma pessoa, ou num grupo seleto de familiares.
Quando falo em empresas familiares, penso em como alinhar os valores da família com os valores do core business (negócio principal) para obter vantagem competitiva. Um dos maiores desafios enfrentados por organizações familiares é conseguir que os valores da família, sejam transmitidos de geração em geração a fim de manter a sustentabilidade e as raízes do negócio.

Os gestores das organizações familiares (sejam eles membros da família ou não) têm a missão de salvaguardar e incorporar a visão, as crenças e os valores dos fundadores, garantindo que esses valores sejam adaptados conforme a empresa vai expandindo e o mercado vai mudando.

Mas, se estou falando de cultura de empresas familiares, preciso observar suas principais características, para então, entender o quanto a cultura influencia no negócio.

A cultura organizacional tem a ver com os valores, costumes, expectativas, e filosofia de um negócio. Ela serve para guiar o comportamento dos colaboradores e, expressar como a organização opera e a sua relação com o mercado.

Isso significa dizer, que a cultura organizacional fornece orientações sobre atendimento ao cliente, qualidade do produto, preocupação com o ambiente, entre outros fatores. Por isso, é que a cultura de uma empresa afeta sua produtividade e seu desempenho.

A cultura organizacional é única. Existe um velho ditado que diz:”Qualquer um pode copiar a estratégia de uma empresa, mas nunca conseguirá copiar sua cultura”. Isso, porque a cultura tem a ver com os valores que contribuem para o ambiente social e psicológico de uma organização.

A cultura de empresas familiares com o padrão paternalista tem muito a ver com o modelo cultural brasileiro com traços da época de escravidão: de um lado tinha-se um senhor que ditava as ordens e, de outro, subordinados que baixavam a cabeça e faziam o que era mandado.

No padrão paternalista, relacionamentos são organizados hierarquicamente. Os líderes são membros da família e são também os detentores de todo o poder. Além disso, mantêm a autoridade e tomam todas as decisões importantes. No tipo paternalista de cultura de empresas familiares a família supervisiona de perto os funcionários que, por sua vez, devem executar ordens sem questionar. Membros da família possuem tratamento diferenciado.

As empresas com gestão paternalista, perdem oportunidades de crescimento, pois evitam arriscar, já que priorizam o bem estar da família, em detrimento do crescimento. Essa atitude, levou e levará muitas empresas com potenciais de crescimento a naufragarem.

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