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Executivos de TI apostam no trabalho remoto, mas se preparam para cenários de disrupção contínua

Pesquisa TeamViewer revela: Executivos de TI acreditam na resposta positiva do trabalho remoto, mas se preparam para cenários de disrupção contínua

Sondagem patrocinada nos EUA pela companhia líder em soluções de conectividade remota apurou que a infraestrutura de TI assumiu um papel essencial durante o surto da COVID-19; 84% dos entrevistados afirmaram que tal desempenho definirá a sobrevivência das empresas; estudo aponta ainda que o mercado corporativo prioriza ferramentas de segurança, nuvem e colaboração para gerenciamento sustentável de ambientes de trabalho remoto

Um projeto de pesquisa patrocinado nos Estados Unidos pela TeamViewer, líder global em soluções seguras de conectividade remota, descobriu que 77% dos entrevistados afirmaram estar preparados para gerenciar a rápida mudança do cenário laboral imposta pela pandemia COVID-19. Mais de 200 executivos de TI de diferentes segmentos da indústria norte-americana foram ouvidos na sondagem, que apontou ainda um crescimento impressionante da taxa de adesão ao home office, subindo abruptamente de 28% antes do coronavírus para 71% durante a pandemia.

Os profissionais de TI ouvidos na pesquisa TeamViewer “COVID-19 – Work from Home’ consideraram ter mantido a produtividade, a eficácia e o moral em níveis altos. Para cerca de 84% deles, a “sobrevivência” de suas empresas dependia de “proporcionar um ambiente de trabalho estável aos times e colaboradores” – cenário que acreditam deverá se manter após a pandemia. 77% dos entrevistados apontaram aumento nas solicitações de suporte técnico – e apesar do aumento da carga horária, e de terem igualmente reportado muitos desafios em suas respostas, 44% informaram que o volume de trabalho “permaneceu o mesmo”, contra 32% que reportaram “aumento além do normal”.

A maioria dos profissionais de TI pesquisados acredita que foram “muito eficazes” (57%) ou “um pouco eficazes” (40%) na solução de problemas urgentes surgidos durante a pandemia. Apenas 3% acreditam “não terem sido eficazes”. Aproximadamente 79% dos executivos disseram ter estabelecido em três semanas um ambiente de trabalho remoto estável em casa e 41% se mostraram confiantes na capacidade de sua VPN.

De acordo com os entrevistados, a videoconferência liderou a lista (66%) das ferramentas mais eficazes, seguida pelo armazenamento em nuvem (59%), gerenciamento de dispositivos (49%) e colaboração (47%).

“As empresas conseguiram gerenciar com facilidade a rápida transição para o trabalho remoto em resposta à pandemia de COVID-19”, diz Gautam Goswami, CMO global da TeamViewer. “Ainda assim, é fundamental que os profissionais de TI continuem focados no fortalecimento de sua infraestrutura, implementando uma variedade de soluções eficientes e seguras de conectividade remota, a fim de garantir a continuidade dos negócios”.

Os executivos de TI dos EUA também reportaram outras preocupações, uma vez que continuam gerenciando o ambiente e a estrutura do trabalho home office por conta da extensão da pandemia.

A lista inclui:

Planejamento do novo normal: Em média, os executivos de TI acreditam que a “volta aos negócios como de costume” deverá demorar mais de sete meses. Enquanto as empresas continuam a fortalecer infraestrutura, 85% “concordam” ou “concordam completamente” que sua organização estará preparada para gerenciar um futuro surto de coronavírus.
Segurança em primeiro lugar: 57% dos entrevistados afirmam que a segurança permanece como a principal prioridade, principalmente em resposta aos funcionários que usam seus próprios dispositivos e passam a usar a Internet pública com mais pontos de acesso e maiores vulnerabilidades ao invés das redes de empresas privadas.
Trabalho remoto continuará tendência: 80% dos líderes de TI dizem esperar que mais funcionários trabalhem remotamente de forma permanente, mas apenas 38% têm certeza de possuir o treinamento necessário para lidar com o aumento do trabalho remoto.

Aumentos de orçamento: 69% das organizações canalizaram novos fundos para a TI após a pandemia e 80% projetam a necessidade de orçamento adicional durante o próximo ano.

O projeto de pesquisa da TeamViewer foi realizado nos EUA em meados de julho de 2020 pela empresa independente de pesquisa de mercado TrendyCandy Research e pela Lucid, líder global em pesquisas por amostragem. Na sondagem foram ouvidos aleatoriamente 200 tomadores de decisão de TI em uma ampla variedade de empresas de diferentes portes e segmentos. A margem de erro do estudo é de +/- 6,93% em um nível de confiança de 95%.

E no Brasil?

Um estudo divulgado pela consultoria Betania Tanure Associados (BTA), que analisou 359 negócios por todo o País, mostrou que pelo menos 43% das empresas brasileiras adotaram o trabalho remoto em suas rotinas. Em Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade Redefinida e os Novos Negócios, do Infobase e Institute For Technology, Enterpreneurship and Culture, dados apontam que o modelo home office deve crescer 30% após o isolamento imposto pela Covid-19.

Já a pesquisa da consultoria KPMG, que entrevistou 700 executivos brasileiros, revelou que 24,5% deles reportaram aumento de 20% no rendimento e quase metade (49,5% – ou 3 em 4 líderes) afirmou que o nível de eficiência se manteve. Outra sondagem, a Covid19-Home Office -Trabalho Remoto, da Fundação Dom Cabral, pontuou que mais de 54% de seus 669 colaboradores têm a intenção de propor ao gestor a possibilidade de continuidade do trabalho remoto após o surto de coronavírus – tendência também apontada pelo relatório da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que aferiu que 30% das empresas privadas brasileiras planejam manter o home office em suas jornadas de trabalho após a pandemia.

A Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise Covid-19, da Fundação Instituto de Administração (FIA) – que coletou dados de 139 pequenas, médias e grandes empresas que atuam em todo o Brasil –, mostrou também que para 50% delas a experiência com o trabalho remoto superou as expectativas, 34% têm intenção de continuar com o teletrabalho para até 25% das equipes e 25% irão manter o home office para pelo menos 50% do quadro de funcionários e colaboradores.

Na iniciativa pública, o percentual do modelo de trabalho home office também cresceu. Em junho, 24,7% dos trabalhadores do setor público (o equivalente a 3 milhões de pessoas) exerciam atividade remota. As informações são do estudo O Teletrabalho no Setor Público e Privado na Pandemia: Potencial Versus Evolução e Desagregação do Efetivo, feito em parceria pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para Gabriel Tosto, Head de Canais e Vendas da TeamViewer América Latina, a pandemia acelerou a Transformação Digital e vem impondo mudanças na forma de trabalhar e fazer negócios com a adoção do teletrabalho como uma das práticas mais inteligentes para a sobrevivência das equipes e empresas.

“Estamos vivenciando uma revolução que aponta para um mercado de trabalho mais digitalizado, produtivo, flexível, livre e menos burocrático. Só para se ter uma ideia, de acordo com a Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades e da International Telework Academy, mais de 12 milhões de pessoas estão atualmente trabalhando em esquema home office no País”.

Segundo o executivo, a Covid-19 tem também fomentado modificações profundas em TI. Os departamentos de tecnologia das empresas, que até então tinham o desafio de adaptar-se a um orçamento mínimo, escasso e secundário, ganharam investimentos e a valorização que sempre mereceram. Não à toa, a exemplo da pesquisa TeamViewer nos Estados Unidos, cujos números mostram que 69% das empresas norte-americanas aumentaram os fundos para a TI e 80% projetam orçamento adicional para 2021, uma recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGE) apontou que 34% de 519 executivos e funcionários entrevistados – a maioria em cargos de diretoria e presidência em empresas de diferentes portes e setores em território brasileiro – preveem uma onda de investimentos em tecnologia e uma evolução acelerada de processos.

“A percepção mudou”, afirma o Head de Canais da TeamViewer América Latina. “Se antes os recursos eram considerados secundários e até mesmo dispensáveis, hoje a tecnologia deve ser encarada como a base para a recuperação corporativa. Quanto mais investimentos, maior a adaptabilidade, a agilidade e o poder de reinvenção das empresas durante e pós pandemia. Além disso, o retorno dos investimentos massivos em TI deverá ser sentido ao longo dos próximos anos, o que certamente trará enormes benefícios ao Brasil”, conclui Gabriel Tosto.

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