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Telefônica Brasil nomeia a 3ª mulher no Conselho de Administração

A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, integra a terceira mulher em seu Conselho de Administração, ampliando a representatividade feminina entre seus membros. Formada em Administração Pública, Claudia Maria Costin é professora e diretora do Centro de Excelência e Inovação de Políticas Educativas (CEIPE) da Fundação Getúlio Vargas. Juntamente com Ana Theresa Borsari e Sônia Júlia Sulzbeck Villalobos, elas representam 25% de mulheres no atual Conselho de Administração, composto por 12 executivos.

A participação feminina na gestão corporativa tornou-se um tema de alta relevância para a Vivo, que pretende aumentar o número de mulheres em diferentes cargos de liderança. No início deste ano, a meta de diversidade passou a influenciar diretamente no pool de bônus dos executivos da empresa, que tem parte do resultado atrelado ao indicador de gênero. Juntamente com o índice de Net Promoter Score, que avalia a probabilidade dos clientes recomendarem os serviços da empresa e de redução de emissões de CO2, este desafio reflete uma empresa cada vez mais preocupada com a diversidade, a sustentabilidade e a satisfação dos clientes. “Buscamos sensibilizar nossas lideranças de que não se trata somente de atendermos a uma demanda da sociedade, dos investidores, mas também da importância que a equidade de gênero tem para o nosso negócio. Grupos heterogêneos favorecem a inovação, a produtividade e tornam o ambiente de trabalho cada vez melhor”, revela a VP de Pessoas da Vivo, Niva Ribeiro.

Iniciativas pela Diversidade

A Vivo foi a primeira empresa do setor de telecomunicações no Brasil a aderir ao Pacto para Empoderamento da Mulher, pela ONU Mulheres e ao Movimento Mulher 360. A companhia mantém o compromisso de promover a equidade e de oportunidades de carreira para mulheres, com metas acompanhadas trimestralmente pelo Conselho Global de Diversidade da Telefônica. As iniciativas para garantir a equidade de gênero tiveram início, em sua maioria, em 2016. Desde então, a empresa avançou de 15% para 20% o número de mulheres em cargos de liderança e trabalha para garantir avanços progressivos em todos os níveis hierárquicos.

Em 2018, a empresa lançou o Programa Vivo Diversidade, pautado nos pilares de Gênero , LGBT+ Raça e PCDs, para assegurar uma cultura mais inclusiva e um ambiente mais diverso e representativo. A empresa mantém diferentes iniciativas internas, como mudanças na política de recrutamento e seleção e prática da short list para cargos de alta liderança, onde para final de cada seleção ou promoção, ao menos um currículo a cada três seja de candidata mulher. A companhia também investe na formação de líderes mulheres em programas como o WIL_WOMEN IN LEADERSHIP voltado para desenvolver habilidades, confiança e capacidade de resiliência pessoal para liderar dentro de um ambiente de negócios global da Telefônica. Atualmente, 41% do quadro total de colaboradores é composto por mulheres.

Sobre Cláudia Maria Costin

Claudia Costin é formada em Administração Pública, professora e diretora do Centro de Excelência e Inovação de Políticas Educativas (CEIPE) da Fundação Getúlio Vargas. Atualmente, é membro dos Conselhos da FTD Educação, Escola Mais e da organização sem fins lucrativos Fundación Bunge y Born da Argentina. Também integra a Comissão Global para o Futuro do Trabalho organizada pela ILO- International Labor Organization e é articulista do jornal Folha de São Paulo sobre Educação e Políticas Públicas.

Foi diretora sênior da área de Educação Global do Banco Mundial e Secretária de Educação do município do Rio de Janeiro e membro do Conselho de Administração da DASA- Diagnósticos da América (2008 e 2009). De 2009 a 2014 fez parte do Conselho de Sustentabilidade da Dow Chemical Internacional. Entre 1995 e 2000, foi vice-ministra e ministra de Administração Pública e Reforma de Estado, durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso, e participou do desenho e implementação das primeiras agências reguladoras do Brasil, incluindo ANATEL e ANEEL.

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