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Conarh 2018 – Um explorador do futuro chamado RH – Conrado Schlochauer, cofundador da Affero Lab, fala de pensamento futurista para o RH e como ele pode ajudar a construir o futuro que deseja

A clássica discussão sobre o RH ser convidado a participar do board para discutir estratégias de futuro continua atual, mesmo numa época em que a transformação digital escancara a premência de muitas empresas mudarem sua cultura para surfar nesses novos tempos.

“Quando a gente fala de transformação digital, talvez o principal aspecto seja a cultura organizacional, mas conheço poucas empresas em que o RH lidera esse processo; geralmente, é alguém de TI”, aponta Conrado Schlochauer, cofundador da Affero Lab, empresa de educação corporativa, e embaixador da Singularity University em São Paulo.

Por que isso acontece? Talvez porque o próprio RH esteja acomodado em um papel que já não lhe cabe mais; talvez porque a empresa não enxergue em RH uma área propensa a disrupções. “O RH vive um momento totalmente paradoxal: nunca foi tão importante a questão das pessoas em um mundo focado em tecnologia e, ao mesmo tempo, nunca foi difícil ele ser ouvido nesse processo”, coloca Schlochauer.

“Quando o RH participa do debate sobre estratégias estruturadas, efetivas e diferentes daquelas clássicas para reorganizar a empresa, o impacto nos negócios é visível.”

Seja qual for a causa, há uma luz no fim do túnel indicando que isso pode mudar: de acordo com Schlochauer, a prática corporativa tem mostrado que, quando o RH participa do debate sobre estratégias estruturadas, efetivas e diferentes daquelas clássicas para reorganizar a empresa, o impacto nos negócios é visível. Já quando ele se manifesta afeito aos processos tradicionais, muitas vezes vistos como pouco impactantes para o negócio, acaba não sendo ouvido. Sendo assim, dá para levar essa discussão a um novo patamar.

Se o próprio RH se posicionar como explorador do futuro, que busca respostas inovadoras para o presente, poderá se tornar um agente estratégico, como já acontece em empresas globais como IBM e Unilever. Para tanto, é preciso que o RH entenda o ambiente 4.0, em que as mudanças são constantes, e seja envolvido como ator do processo de mudanças.

Para ajudar o RH a dar um passo nessa direção, em agosto, Schlochauer estará no Espaço Lab Digital, novidade do CONARH 2018 – 44º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. Em parceria com a Rito, empresa dedicada a experiências imersivas para pessoas e organizações vivenciarem cenários complexos e criarem memórias de futuro, ele conduzirá o workshop Organização 4.0.

“Costumo me apresentar como presentista, não como futurista. Tem muita gente boa olhando o que deve acontecer, mas o meu olhar é para o que acontece agora. Não falo de futurismo, mas de pensamento futurista para o RH e como ele pode ajudar a construir o futuro que deseja”, define.

A dinâmica a ser aplicada no workshop chama-se What if (E se…), um jogo de exploração coletiva de futuros alternativos. “É uma viagem a fazer, e nós vamos conduzi-la para que se entenda de que forma o RH participa desse processo”, finaliza.

O workshop Organização 4.0 vai acontecer no dia 15 de agosto, das 10h30 às 14h, na sala 3 do São Paulo Expo.

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