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Após calotes e ser passado para trás em sociedade, empresário investe em micro franquia e fatura R$13 mil ao mês

Para sustentar quatro filhos e a esposa, persistência no empreendedorismo foi fundamental para sucesso nos negócios

Waldemar Eugênio da Silva Junior, 38 anos, é o típico brasileiro: trabalhador e gente boa. Paulista, a vida não foi fácil pra ele. Sempre trabalhou para conquistar suas coisas. Após se casar, e com o nascimento dos quatro filhos, a situação econômica ficou apertada e ele então, buscou no empreendedorismo uma forma alternativa de complementar a renda.

Ele vendeu roupas, porém não deu certo. “Não estava sustentando a minha casa. Eu vendia hoje para garantir o almoço de amanhã, e como tomei muito calote, às vezes nem o ‘almoço’ eu conseguia. Confiei demais nas pessoas e levei muitos tombos”, explica Waldemar.

A experiência não deu certo, mas ele persistiu no caminho. Dessa vez, vendendo produtos de limpeza. Infelizmente os lucros não eram altos, e os calotes voltaram a ser uma ação presente na vida dele. E enquanto pensava em desistir e buscar outro meio de sobreviver no mercado, durante uma conversa com um amigo, ele teve uma ideia.

“Nós dois gostamos muito desse lance de game, e falando sobre o assunto e o mercado, tivemos a ideia de abrir um espaço de jogos em shoppings para cuidar das crianças enquanto as mães faziam compras. Eu entrei com a mão de obra, muitas propostas e um carro velho, já meu sócio, entrou com a grande parte do dinheiro”, explica.

Waldemar conta que para abrir o empreendimento ele e o sócio investiram em móveis e equipamentos, tanto de jogos, como de eletrônicos em geral. E o dia a dia era correria mesmo, pelo fato do amigo não ter carro, ele pegava o dele e saia da Penha e ia até Osasco todos os dias. Para chamar a atenção dos clientes, o marketing era na base do grito: “Eu ficava na frente da loja chamando as pessoas para entrarem, falando sobre nossos brinquedos, o que era novidade, enfim…mas eu conseguia instigar as crianças a quererem entrar e passava segurança às mães para que elas permitissem isso”, relembra.

O negócio deu muito certo, rendeu um ótimo faturamento, tanto que em pouquíssimo tempo (cinco meses) a segunda unidade era um plano que já estava entrando em ação. Porém, mais uma vez o final para Waldemar não foi tão legal. O sócio quis dar continuidade no negócio com outro investidor com mais recursos financeiros, e então Waldemar saiu da sociedade.

“Ele usou como argumento que era preciso que eu investisse na segunda loja sozinho, mas era impossível. O pouco que eu tinha, dei em alguns equipamentos e assumi várias prestações, então não me sobrou alternativa, e tive que sair de lá”, conta, completando sobre sua saída: “Sai de lá arrasado. Sonhei muito, fiz muitos planos para aquele negócio, e fiz dívidas também, nas quais fiquei mais de ano pagando”.

Volta por cima

Frustrado, desmotivado, sem dinheiro e com dívidas, ele se afastou do empreendimento em janeiro de 2017. E por ser a única fonte de renda da família, porque sua esposa cuidava dos filhos, ele então foi à luta mais uma vez. No momento que pedia cautela, ele começou a analisar o leque de alternativa e mais uma vez (motivado pelo know-how e desenvolvimento pessoal que adquiriu durante os anos que vinha se virando como vendedor) ele então resolveu investir numa rede de franquias.

“Eu fiquei na dúvida se pagava as dívidas ou se investia nesse negócio, pensei muito, muito mesmo e resolvi arrisca na franquia”, explica.

Por R$7.490 ele comprou uma operação da franquia Acqio, que é uma empresa especializada na venda de maquininha de cartão de crédito e débito. “Em abril (do mesmo ano) comecei a atuar com minha unidade e com muito trabalho consegui retornar meu investimento em apenas dois meses. Posso garantir que essa foi a melhor decisão da minha vida”, conta o empresário que conheceu a marca por meio de uma feira de empreendedorismo.

O empreendedor diz respirar o trabalho praticamente 24 horas por dia e não se arrepende de se dedicar tanto ao negócio, já que tem um retorno de até R$13 mil mensal – o que o deixa plenamente grato e reconhecido. Quantia que, segundo ele pode melhorar. Waldemar espera progredir seu faturamento em R$20 mil até o fim do ano.

Trabalhador e sempre mantendo a esperança nos olhos – principalmente fortalecida pela família – o jovem empreendedor conquistou uma parcela de clientes muito grande na cidade em que atua (São Paulo / Capital). Tanto que hoje é considerado um dos melhores franqueados da rede que possui mais de 650 operações. E tamanho é seu desempenho que garantiu a ele a vitória na campanha nacional promovida pela Acqio, intitulada, como: “Vender é a Nossa Praia”.

Waldemar realizou a venda de 255 maquininhas entre maio e dezembro de 2017, considerado um recorde, segundo a franqueadora. Como prêmio, ele recebeu uma viagem à Cancun, que ocorreu em março deste ano.

“Hoje posso dizer que me encontro no ápice da minha vida, tenho uma família que me apoia em tudo e um trabalho no qual consigo uma boa renda mensal, e ainda sou reconhecido por isso. Apesar de motivado e com uma situação financeira ótima, sei que tenho muito a melhorar, e conquistar ainda mais coisas. Meus esforços e tropeços que tive na vida me trouxeram até aqui, então valeu a pena”, finaliza satisfeito.

Sobre a Acqio

A Acqio atua no segmento de tecnologia e inovação, com soluções de pagamentos eletrônicos de cartões de crédito e débito por meio de equipamentos POS (WiFi e GPRS). A franquia nasceu da Join Venture entre dois grupos de investidores: uma empresa de tecnologia em pagamentos eletrônicos e outra com grande know how em gestão de Franchising e força de vendas. A Acqio surgiu no mercado como a primeira franquia de solução de pagamentos eletrônicos e começou sua atuação no mercado em agosto de 2015. Ela já possuiu mais de 750 unidades distribuídas em todo o país e oferece investimentos de R$ 7.490,00.

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