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A valorização das soft skills no ambiente corporativo Por Elizabeth Rodrigues – executiva de Gente e Gestão da Vedacit. Líder de Recursos Humanos há mais de 10 anos, possui vasta experiência em projetos de desenvolvimento organizacional, cultura e transformação. Por: Elizabeth é graduada em Psicologia, com pós em Administração, MBA Executivo pela BSP (Business School São Paulo), com formação em Coaching e Gestão de Mudança.

Comunicação, criatividade, persuasão, inteligência emocional, adaptabilidade e gestão do tempo são alguns exemplos

Olhar além das capacidades técnicas não é apenas uma tendência, mas sim uma realidade nas principais empresas nacionais e internacionais. Conhecidas como soft skills, as competências pessoais, que vão além das habilidades técnicas, estão sendo valorizadas cada vez mais na hora de selecionar ou promover um colaborador.

Comunicação, criatividade, persuasão, inteligência emocional, adaptabilidade e gestão do tempo são alguns exemplos. A adaptabilidade é como nos adequamos às mudanças frequentes e inesperadas que acontecem regularmente. É a capacidade de lidarmos com o inesperado, com o novo, em um ambiente que está em constante transformação. A gestão de tempo também é extremamente valorizada em uma rotina cada vez complexa, pois temos tanto para fazer em tão pouco tempo. Em um ambiente corporativo dinâmico, os colaboradores multitarefas se destacam com uma gestão eficiente de sua rotina.

Para os que estão tentando uma recolocação no mercado é fundamental mostrar as soft skills durante o processo seletivo. Falar sobre as experiências em outras empresas, o que fez a diferença para resolver determinada questão, como sua atuação contribuiu para uma melhoria, solucionou um problema, otimizou uma ação, sempre na esfera comportamental. É importante entender quais são as práticas valorizadas pela empresa na qual almeja uma colocação e mostrar como colocou em prática essas qualidades em oportunidades anteriores.

Conhecer a história da organização, o que ela valoriza, qual a sua cultura, é importante desde o início. Por isso, a primeira coisa para quem está chegando é entender qual é essa cultura, quais são os valores e os comportamentos, o jeito de ser que é valorizado naquele ambiente. É essencial refletir sobre eles e se estão de acordo com o que o profissional acredita e defende, afinal irá conviver diariamente com essas premissas. Estar feliz e satisfeito é primordial para que qualquer soft skill seja desenvolvida.

Na Vedacit, os comportamentos soft skills são tão importantes que decidimos simplificar e definimos quatro comportamentos que traduzem nossa cultura: entregar o extra, agir como o dono do negócio, abertura para inovar e agir com colaboração. Nossa intenção é que todos os colaboradores realmente entendam, expressem e os incorporem no dia a dia. Para que isso aconteça de forma natural, temos uma comunicação frequente, mostrando como fazer isso acontecer naturalmente, promovendo treinandos e incentivando integrações.

Nas esferas de “agir como dono do negócio” e “abertura para inovar” temos um programa que estimamos muito, de Intraempreendedorismo. Ele traz o espírito de dono e abertura para inovar para dentro da rotina do negócio, incentivando a fazer diferente, dar o melhor, entender quais são as oportunidades e criar algo diferenciado dentro do ambiente de trabalho.

Apesar de hoje falarmos sobre soft skills, há algum tempo falávamos sobre as hard skills, ou seja, as competências técnicas, mas acima de tudo está a importância de ser quem é, a autenticidade. Chamo de “o melhor de mim mesmo” porque de fato só conseguimos entregar para a empresa o melhor, se estamos no nosso melhor. É fundamental entender se a empresa dá o espaço necessário para ser quem você é.

Nos processos seletivos que realizamos na Vedacit investimos o tempo que for necessário para realmente conhecer a pessoa. Temos o processo padrão, de conhecer a experiência, qual foi a jornada, mas não necessariamente o passado indica o potencial de futuro. Para conhecer exatamente como uma pessoa lidou com algumas situações, problemas ou desafios, as tão reconhecidas soft skills, mais do que isso, nós investimos tempo para conhecer quem é o candidato, de onde veio, quais são seus valores, o que importa para ele, o que o faz feliz, quais são seus sonhos, porque para a gente é realmente importante entender quem a pessoa é.

Isso tudo para preservar o que temos como nosso lema, que faz parte da nossa proposta de valor, que é um ambiente de gente boa. Precisamos de pessoas que queiram fazer parte desse ambiente de gente boa e nos ajudem a preservar o que valorizamos.

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